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Milho: da cultura indígena à segunda safra

O que é

O milho (Zea mays) é um cereal 13. A planta cultivada hoje é a versão domesticada do teosinto, um parente silvestre 24. No Brasil, a sua história tem duas pontas distantes: roças indígenas e rituais de povos como os Guarani, de um lado; lavouras mecanizadas com duas colheitas no mesmo ano, de outro.

Em outubro de 2026, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estimava a safra 2025/26 em 144,5 milhões de toneladas, em 22,6 milhões de hectares. Em 1976/77, primeiro ano da série do órgão, eram 19,3 milhões de toneladas em 11,8 milhões de hectares; a produtividade média foi de 1.632 para cerca de 6.400 quilos por hectare 17.

Como se planta e se colhe está em milho como se planta e se colhe; quem compra o grão, em milho mercado racao e etanol. A soja: Soja: como e por que o Brasil começou a plantar.

De onde vem o milho

O ancestral é o teosinto, uma planta silvestre mexicana, de poucos grãos, que se soltavam sozinhos da espiga 2. Segundo a Pesquisa FAPESP, já havia gente manipulando essa planta no México há cerca de 9 mil anos 2. A Wikipédia dá uma faixa mais larga, de 7,5 mil a 12 mil anos atrás, na região central do México 4.

Um estudo de 2018 na revista Science sequenciou amostras arqueológicas mineiras e peruanas e comparou-as com amostras modernas do acervo da Embrapa, que tem cerca de 5 mil. Concluiu que o milho que chegou ao Brasil antes da colonização ainda não estava totalmente domesticado e que uma segunda leva, já adaptada ao consumo, veio do México por volta de 1.000 anos atrás 2. Um artigo de 2024 na Science Advances defende que o grão chegou há cerca de 6 mil anos ao sudoeste da Amazônia, também em parte domesticado 1. A revista registra que não há consenso 1.

O milho antes de 1500

Quando os portugueses chegaram, o milho já era planta de roça e de cerimônia. Em guarani, milho é avati; a raça Avati-Moroti ("milho branco") se concentra nos estados que fazem fronteira com o Paraguai e a Bolívia (Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) 3. A Embrapa descreve entre os Guarani Kaiowá o avati kyry, cerimônia anual de batismo do milho e das plantas novas, com preparos que vão da bebida fermentada ao bolo e à pipoca. O milho branco é sagrado e não se planta para vender; só o amarelo pode ser comercializado 3. Entre os Tupi, o cauim, bebida levemente alcoólica de milho, aparece em rituais 1.

Das cerca de 300 raças de milho das Américas, 15 são brasileiras, e a Pesquisa FAPESP aponta quatro como nativas, associadas aos indígenas: Entrelaçado, Caingang, Avati Moroti e Lenha 1. Em 2021, o Banco Ativo de Germoplasma de Milho e a coleção-base da Embrapa somavam 4.332 acessos (amostras identificadas), muitos em duplicata nas duas instituições; 234 (5,40%) foram classificados como de origem indígena 3.

O que a arqueologia mostra

A prova material vem das cavernas do Vale do Peruaçu, no norte de Minas. Uma equipe da UFMG recolheu ali, nos anos 1990, espigas e grãos conservados em cestos; a análise de 2024 estudou a forma e o DNA de 282 pedaços de espiga, duas espigas completas e 12 grãos 1. Amostras com 570 a 1.010 anos de idade, contados do presente, têm traços do milho mais primitivo 1. A reportagem de 2018 cita um pesquisador segundo o qual, há cerca de 1.500 anos, a planta já era cultivada ali 2; a data mede o cultivo, não a idade das amostras, e as duas reportagens divergem. Um arqueólogo ouvido em 2024 lembra que muitos tipos de milho sumiram com os povos que os plantavam, uma "erosão cultural e genética" desde a colonização 1.

Colônia e Império: o milho de roça, de tropa e de angu

O Regimento de Minas do Brasil, transcrito por Straforini, obrigava quem fosse ao sertão em busca de descobertas a levar milho, feijão e mandioca para deixar plantados no caminho 5. Segundo Andrade (2002), citado pelo mesmo autor, os descobridores paulistas sabiam que roças de abastecimento ajudavam a convencer a Coroa de que as minas dariam rendimento durável 5.

No século XVIII, ao longo do Caminho Novo entre Minas e o Rio de Janeiro, muitos homens livres, em boa parte sem mão de obra escrava, se fixaram como posseiros em pequenas unidades de milho, para o próprio consumo e para abastecer viajantes e tropeiros. As vendas menores da estrada ofereciam feijão, farinha, carne seca e, para as mulas, farelo de milho 5. Straforini lembra que Sérgio Buarque de Holanda chamou de "civilização do milho" o interior paulista e depois o mineiro 5.

No século XIX, segundo Pereira e Assis, que citam relatos de viajantes, Auguste de Saint-Hilaire, naturalista francês que percorreu o Brasil de 1816 a 1822, anotou que todos os agricultores plantavam milho, cuja farinha fazia as vezes do pão, e que o angu de fubá era o principal alimento dos escravizados 6. O geólogo alemão Wilhelm von Eschwege, também citado por eles, registrou uma ração de milho, fubá, feijão-preto e sal 6. Os autores tratam a alimentação dos cativos como parte do regime escravista 6. As fontes consultadas não trazem números de produção para a colônia e o Império.

Século XX: sementes melhoradas e pesquisa pública

O primeiro grande salto técnico foi o híbrido. Segundo a Pesquisa FAPESP, o Instituto Agronômico de Campinas (IAC) iniciou em 1932, com Carlos Krug, um programa de milho híbrido que a revista descreve como o segundo do mundo; as cultivares do IAC dominaram o mercado nacional até os anos 1970 8. Um artigo da Bragantia de 1952 confirma o projeto desde 1932 e conta que o Hybrid Corn Service (nome em inglês no resumo; em português, algo como serviço de milho híbrido), criado em 1946, produzia sementes sob supervisão do governo paulista: linhagens e híbridos simples em Ipanema, híbridos duplos em fazendas contratadas, vendidos por agentes da extensão. Para 1951, estimava-se 3 milhões de quilos de semente, o bastante para cerca de um quinto da área de milho de São Paulo 7.

Outro marco: a iniciativa privada

Há outro marco, privado. Uma reportagem de 2015, sobre a campanha dos 70 anos da marca Sementes Agroceres, diz que a marca se apresenta como a primeira a lançar um híbrido de milho brasileiro, em 1945 9. É afirmação da própria marca. As fontes falam de marcos distintos (um programa público desde 1932, um lançamento comercial em 1945) e não dizem qual foi o "primeiro".

A Embrapa entra em cena

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) foi criada em 1973, e a Embrapa Milho e Sorgo está em Sete Lagoas (MG) desde 1975 10; outro texto, creditado à Embrapa, diz que a unidade foi inaugurada em 1976 11. A missão era elevar a produtividade, cortar custos e ampliar a fronteira agrícola 11. Nos anos 1970 e 1980, a unidade melhorou populações tropicais de ciclo mais curto e criou cultivares para os solos ácidos do Cerrado 11. A Embrapa cita o híbrido duplo BR 201 como o que abriu o caminho do milho no Cerrado e originou a "franquia vegetal" Embrapa/Unimilho, em que empresas brasileiras produziam e vendiam cultivares da estatal 11. Em 2017, a Pesquisa FAPESP descrevia o mercado de sementes como dominado por híbridos, em sua maioria transgênicos, de empresas estrangeiras 8.

A ração: aves e suínos puxam a demanda

No censo agropecuário de 1996, 24,93% do milho era consumido no próprio estabelecimento e 68,75% era vendido 13. A Embrapa Milho e Sorgo estimava que 70% a 80% da demanda interna eram de ração animal: 51% dessa ração para aves, 33% para suínos, 11% para a pecuária e 5% para outros animais, com dados até 2002 13.

Um capítulo da Embrapa Suínos e Aves liga essa demanda à história das criações. Elas se intensificaram depois dos anos 1960, com sistemas mais tecnificados, genética importada e o modelo de integração entre produtor e agroindústria, e ganharam forma nos anos 1970, quando o setor público passou a apoiar com extensão rural, crédito e pesquisa 12. O capítulo cita rações com 28,1 milhões de toneladas de milho para aves e 15,3 milhões para suínos, a partir de um boletim do setor de maio de 2024 12. Mais em aves e suinos historia e criacao. Em 2012, Mato Grosso consumia menos de 20% do que produzia, enquanto o Paraná ficava perto das indústrias de aves e suínos 16.

A safrinha: como o segundo milho nasceu

A safrinha, ou segunda safra, é o milho cultivado sem irrigação, semeado entre janeiro e abril, em geral depois da soja precoce 15. O nome vem das baixas produtividades dos primeiros plantios no Paraná, na década de 1970, segundo Cruz e colegas 15. João Carlos Garcia, da Embrapa, situa o início em 1980, no oeste do Paraná 14. As datas divergem, embora ambos apontem o Paraná. Garcia registra poucos dados sobre os primeiros anos 14.

Por que plantar duas vezes

As razões, nas fontes, são de natureza diferente. Duarte, da Embrapa, aponta:

  • Técnica: depois da soja, o milho faz rotação de culturas, encurta o intervalo entre as safras de verão e deixa palha para o plantio direto (semeadura sem revirar o solo) 13.
  • Mercado: segundo Duarte, a demanda na entressafra elevava os preços 13; segundo Garcia, também da Embrapa, a segunda safra estendeu a colheita comercial do Centro-Sul até maio e junho 14.
  • Alternativas: em alguns estados, a segunda safra substituiu quase por completo o trigo de inverno 13. Sobre o trigo: Trigo: por que o Brasil importa e como tenta produzir mais.
  • Valor da soja: ela passou a disputar a área de verão, e o milho foi para a segunda safra; no Centro-Oeste, a soja pedia uma cultura de rotação 13.

Já a Pesquisa FAPESP dá uma razão de política agrícola, dos anos 1990: o trigo deixou de ter comprador assegurado, e produtores no Paraná, em São Paulo e no sudoeste sul-mato-grossense passaram a semear milho depois da soja 8.

Os números da safrinha

Em 1996, a safrinha somava cerca de 1,4 milhão de hectares e 3,3 milhões de toneladas, perto de 12% do milho do país, com produtividade de 60% a 70% da safra normal 14. Depois, a Conab registrou:

SafraMilho 2ª safra (mil t)Parte do total
1979/8078,80,4%
1990/911.055,54,4%
2000/016.456,715,3%
2010/1122.460,339,1%
2011/1239.112,753,6%
2024/25113.228,480,2%
2025/26 (estimativa, out./2026)112.769,078,0%

Fonte: Conab 1718. A última coluna é cálculo próprio (segunda safra dividida pelo total).

O marco foi 2011/12. A Embrapa registrou que, pela primeira vez, a segunda safra superou a de verão: foi de 22,46 para 38,7 milhões de toneladas e passou a de verão por quase 5 milhões, com área 23% maior e produtividade 40% maior; a Conab também passara a incluir áreas de segunda safra em parte de outros estados 16. Em Mato Grosso, o ganho de produtividade veio sobretudo do clima 16. A série foi revista depois (hoje dá 39,1 milhões); o tema é de Como se mede a safra: calendário agrícola, safrinha e as estimativas da Conab e do IBGE.

Na safra 2025/26, a Conab atribuiu o avanço da área da segunda safra (17,8 milhões de hectares) ao modelo soja-milho, "economicamente atrativo" 19.

Do Sul ao Centro-Oeste

Em 1974, segundo o IBGE, o Brasil colheu 16,3 milhões de toneladas de milho; em 2024, 114,7 milhões, sete vezes mais 20. A distribuição mudou:

Região19742024
Sul8,0 milhões de t (49,2%)21,8 milhões de t (19,0%)
Sudeste5,3 milhões de t (32,3%)10,3 milhões de t (9,0%)
Centro-Oeste1,4 milhão de t (8,4%)68,4 milhões de t (59,7%)
Nordeste1,5 milhão de t (9,4%)8,2 milhões de t (7,2%)
Norte0,1 milhão de t (0,7%)5,9 milhões de t (5,1%)

Fonte: IBGE, Pesquisa Agrícola Municipal 20. Percentuais: cálculo próprio.

O que mudou no Sul

O Sul não encolheu em toneladas: segundo a Conab, passou de 10,0 milhões, em 1976/77, para 28,7 milhões, em 2024/25. O que mudou foi a fatia 17. Entre 1976/77 e 2024/25, o Paraná ampliou a área de 2,2 para 3,1 milhões de hectares, enquanto o Rio Grande do Sul foi de 1,7 para 0,7 milhão e Santa Catarina de 1,1 para 0,3 milhão 17. Mato Grosso saiu de 385 mil toneladas para 55,5 milhões, 39,3% do total do país 17.

Por que o Centro-Oeste

As razões se somam. A soja avançou para o Cerrado, e o milho entrou como cultura de rotação e de plantio direto 13. A Embrapa criou cultivares para o clima e os solos da região 11. As indústrias que usam milho se ampliaram em direção ao Cerrado, o que ajudou Goiás 13. Os custos diferem: em 2012, Mato Grosso gastava mais com adubo, por causa dos solos pobres, e as propriedades maiores ganhavam em escala; o Paraná, com propriedades menores, gastava mais com mão de obra e máquinas 16. O preço no Paraná é sempre mais alto, em parte pelo frete até as regiões consumidoras 16. O retrato atual está em Mato Grosso e o Centro-Oeste: o que produzem e como produzem.

Conab e IBGE publicam por períodos diferentes. A Conab fala em safra, ciclo iniciado em setembro 19: a de 2024/25 somou 141,2 milhões de toneladas 17. O IBGE, em ano de pesquisa: o de 2025 deu 141,2 milhões 21.

Perguntas frequentes

O milho é nativo do Brasil?

Não. Foi domesticado no México e chegou ao território brasileiro com povos indígenas, há milhares de anos 12.

Por que a segunda safra se chama "safrinha"?

Pela baixa produtividade dos primeiros plantios, feitos no Paraná, segundo Cruz e colegas 15; Garcia fala em plantio fora da época normal 14. Os autores da Embrapa o veem como pejorativo, mas o uso o consagrou 15.

Quando a segunda safra passou a de verão?

Em 2011/12, segundo a Embrapa, com dados da Conab de 2012 16. Pela série atual, foi 53,6% do total nesse ano (cálculo próprio) 1718.

O milho brasileiro é plantado sobretudo para comer?

A maior parte vai para a ração: 70% a 80% da demanda interna, com dados até 2002 13. O consumo humano era de cerca de 1,5 milhão de toneladas entre 38,2 milhões estimados para 2002, perto de 4% (cálculo próprio) 13.

Para fechar

O milho brasileiro não nasceu de um fato único. Foi planta de roça e de rito entre povos indígenas, alimento de tropa e de angu na colônia, objeto de pesquisa de híbridos desde 1932, insumo de ração e, por fim, a segunda lavoura do ano, aberta pela soja, pelo plantio direto e pelo mercado de entressafra. As fontes divergem em datas, e os números de safra mudam a cada levantamento. A leitura das séries está em Como se mede a safra: calendário agrícola, safrinha e as estimativas da Conab e do IBGE.

Fontes

  1. Enrico Di Gregorio, Espigas sob medida (reportagem sobre estudo da Science Advances com milho arqueológico de Minas Gerais), Pesquisa FAPESP n. 344, outubro de 2024, p. 72-75 · consultado em 24/10/2026
  2. Maria Guimarães, Caminhos do milho (reportagem sobre estudo da revista Science), Pesquisa FAPESP, 13/12/2018 · consultado em 24/10/2026
  3. Flávia França Teixeira et al., Diversidade genética entre acessos do Banco de Germoplasma de Milho de origem indígena, Embrapa Milho e Sorgo, Documentos 259, abril de 2021 · consultado em 24/10/2026
  4. Wikipédia, Milho (usada só para a faixa de datas da domesticação) · consultado em 24/10/2026
  5. Rafael Straforini, A invenção dos Caminhos Reais do Ouro: formação territorial e as estratégias de apropriação territorial dos eixos de circulação no século XVIII, Espaço Aberto (PPGG-UFRJ), v. 2, n. 2, p. 87-108, 2012 · consultado em 24/10/2026
  6. Luís Gustavo Villela Pereira e Angelo Adriano Faria de Assis, Colonização do estômago: alimentação como ferramenta colonial nas Minas oitocentistas, Temporalidades (UFMG), v. 18, n. 1, edição 47, 2026 · consultado em 24/10/2026
  7. J. de Andrade Sobrinho e Erik Smith, Produção de sementes híbridas de milho no Estado de São Paulo (resumo), Bragantia, v. 12, n. 7-9, 1952, Instituto Agronômico de Campinas · consultado em 24/10/2026
  8. Ricardo Zorzetto, Fonte de riqueza (edição sobre os 130 anos do IAC), Pesquisa FAPESP, setembro de 2017 · consultado em 24/10/2026
  9. Revista Cultivar, Sementes Agroceres lança campanha para celebrar 70 anos no Brasil (Yeska Nakamura, 26/11/2015; serve só para dizer o que a marca afirma sobre si) · consultado em 24/10/2026
  10. Embrapa Milho e Sorgo, folder institucional (informa a criação da Embrapa em 1973 e a instalação da unidade em Sete Lagoas desde 1975) · consultado em 24/10/2026
  11. Notícias Agrícolas, Pesquisa brasileira leva pioneirismo, empreendedorismo e inovações para as cadeias nacionais de milho e sorgo (texto creditado à Embrapa, 26/03/2024) · consultado em 24/10/2026
  12. Marcelo Miele, Dirceu Talamini, Franco Martins e Ari Sandi, O desenvolvimento da avicultura e da suinocultura nos últimos 50 anos (cap. 2), em Vilas-Boas e Pereira (eds.), Raízes, ciência e transformação: 50 anos de inovação da Embrapa Suínos e Aves, Embrapa, 2025 · consultado em 24/10/2026
  13. Jason de Oliveira Duarte, Mercado e comercialização (Cultivo do Milho, Sistema de Produção 1), Embrapa Milho e Sorgo; texto com dados até 2002 · consultado em 24/10/2026
  14. João Carlos Garcia (Embrapa Milho e Sorgo), Evolução da área e produtividade do milho safrinha por estado, IV Seminário sobre a Cultura do Milho Safrinha, 1997 · consultado em 24/10/2026
  15. José Carlos Cruz et al., Caracterização do cultivo de milho safrinha de alta produtividade em 2008 e 2009, Revista Brasileira de Milho e Sorgo, v. 9, n. 2, p. 177-188, 2010 · consultado em 24/10/2026
  16. Rubens Augusto de Miranda e João Carlos Garcia, Avaliação econômica da safrinha de milho no Mato Grosso e Paraná em 2012, Embrapa Milho e Sorgo, Comunicado Técnico 200, dezembro de 2012 · consultado em 24/10/2026
  17. Conab, Série histórica de milho total (1ª, 2ª e 3ª safras), safras 1976/77 a 2026/27, arquivo atualizado em 15/10/2026 · consultado em 24/10/2026
  18. Conab, Série histórica de milho 2ª safra, safras 1976/77 a 2026/27, arquivo atualizado em 15/10/2026 · consultado em 24/10/2026
  19. Conab, Acompanhamento da safra brasileira de grãos, v. 13, safra 2025/26, 12º levantamento, setembro de 2026 (milho: tabelas 11 e 12 e texto da análise da cultura) · consultado em 24/10/2026
  20. IBGE, Pesquisa Agrícola Municipal, SIDRA tabela 1612, milho (em grão), Brasil e grandes regiões, anos de 1974 a 2024 (consulta à API) · consultado em 24/10/2026
  21. IBGE, Pesquisa Agrícola Municipal, SIDRA tabela 839, milho (em grão) 1ª e 2ª safras, Brasil, 2023 a 2025 (consulta à API) · consultado em 24/10/2026
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Escrito em 24/10/2026 · checado em 24/10/2026 · versão 3