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Soja: onde se produz, quem compra e o que vira

O que é

O complexo soja é o conjunto formado pelo grão e pelos dois produtos que a indústria tira dele ao esmagá-lo: o farelo, rico em proteína, e o óleo 7. Aqui: onde o grão é colhido, quanto fica no país, para onde vai o resto, o que vira e como o preço aparece.

A origem da planta e a ida para o Cerrado estão em Soja: como e por que o Brasil começou a plantar; o ciclo da lavoura, em Soja: como se planta e se colhe no Brasil, do solo à colheita.

A soja é uma commodity: produto básico negociado em grande escala, com cotação mundial. Na safra 2025/26, o Brasil respondeu por cerca de 42% da produção mundial, conta do redator com dois números de maio de 2026: 180,13 milhões de toneladas do país (Conab) e 427,60 milhões do mundo (USDA, o departamento de agricultura dos Estados Unidos) 5. As fontes diferem, então o percentual é aproximado.

Onde a soja é colhida: estados e regiões

Para a safra 2025/26, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estimou em setembro de 2026 área de 48.608,6 mil hectares, produtividade de 3.711 kg/ha e produção de 180.406,6 mil toneladas, a maior da série do órgão 1. Em outubro, o primeiro levantamento da safra 2026/27 apontou 49.305,8 mil hectares e 181.616,6 mil toneladas, com a área crescendo mais no Norte e no Nordeste; a Conab cita a cautela com investimentos e o El Niño como freios 2.

A divisão por estado vem do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que divulga a Pesquisa Agrícola Municipal com um total para cada ano. Em 2025:

EstadoProdução (milhões de t)Parte do totalProdutividade (kg/ha)
Mato Grosso50,1830,4%3.923
Paraná21,2912,9%3.646
Goiás20,3012,3%3.968
Rio Grande do Sul13,668,3%2.012
Mato Grosso do Sul13,127,9%3.077
Minas Gerais9,185,6%3.869
Brasil165,26100%3.470

Fonte: IBGE, PAM, ano de 2025; as participações são cálculo do redator 3.

Por região, o Centro-Oeste somou 83,93 milhões de toneladas (50,8%), o Sul 38,10 milhões (23,1%), o Nordeste 16,63 milhões (10,1%), o Sudeste 13,92 milhões (8,4%) e o Norte 12,68 milhões (7,7%) 3. Os cinco primeiros estados reuniram 71,7%. Cada região tem artigo próprio, como Mato Grosso e o Centro-Oeste: o que produzem e como produzem, regiao sul agropecuaria, regiao matopiba e regiao amazonia e norte agro.

O mapa muda de um ano para outro. O Rio Grande do Sul produziu 18,25 milhões de toneladas em 2024 e 13,66 milhões em 2025, com 2.806 e 2.012 kg/ha 3. Na safra 2025/26, a Conab (maio, via Embrapa) pôs o estado em 18,63 milhões de toneladas 5. Falando da safra seguinte, menciona "safras marcadas por estiagens" no estado 2.

Conab ou IBGE: por que há dois números para a mesma soja

Os totais não coincidem. A Conab conta por safra: a de 2025/26 começou em setembro de 2025 1. O IBGE divulga um total por ano 3. Para comparar, o redator juntou cada ano do IBGE à safra da Conab que termina nele.

PeríodoConab (mil t)IBGE (mil t)Diferença
2022/23 e 2023159.154,3152.144,27.010,1
2023/24 e 2024151.283,4144.473,86.809,6
2024/25 e 2025171.480,5165.259,06.221,5

Fontes: Conab, série histórica da soja 1; IBGE, PAM 3. Diferenças calculadas pelo redator.

Em 2025, a área plantada foi de 47.636,9 mil hectares no IBGE e de 47.346,1 mil na Conab (safra 2024/25), e a produtividade, de 3.470 e 3.622 kg/ha 13. As fontes não explicam a diferença, e o artigo não escolhe uma das duas. O método de cada órgão está em Como se mede a safra: calendário agrícola, safrinha e as estimativas da Conab e do IBGE.

O que o esmagamento faz com o grão

Esmagar é separar o óleo do resto do grão. Segundo a Embrapa Soja, são três etapas: guardar, preparar e extrair; o refino do óleo vem depois 6.

  1. Guardar e preparar: o armazenamento mal feito prejudica o rendimento e a qualidade 6. O grão é limpo, descascado, aquecido, quebrado em flocos finos e cozido a vapor para soltar o óleo 6.
  2. Extrair e separar: o óleo sai por prensagem seguida de solvente orgânico (o hexano) ou só por solvente, nas plantas mais modernas. Restam o óleo bruto e o farelo desengordurado, com menos de 1% de óleo, que ainda é tostado para inativar substâncias que atrapalham a nutrição animal 6.

Quanto sai de cada produto? Canziani e Guimarães, em texto de 2006, falavam em cerca de 78,5% de farelo e 18,5% de óleo 7; a Wikipédia dá cerca de 20% de óleo 14. Com os números da Conab de setembro de 2026 (62,13 milhões de toneladas esmagadas, 47,81 de farelo e 12,56 de óleo), a conta do redator dá cerca de 77% e 20% 1.

Cada produto tem seu destino:

  • Farelo: principal fonte de proteína das rações animais, segundo Canziani e Guimarães 7.
  • Óleo: vai para a mesa e para o biodiesel. Em 2024, foi 74% das matérias-primas do biodiesel brasileiro, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) 12. A Wikipédia cita ainda sabão, tintas e solventes 14.

O biodiesel entra na conta por regra legal. A mistura obrigatória ao diesel começou em 2008, com 2% 11. Segundo a Câmara dos Deputados, a Lei 14.993/2024 prevê um ponto percentual a mais por ano a partir de 2025, até 20% em março de 2030 17. A página da ANP lista a mistura de 15% (B15) para 1º de agosto de 2025, pela Resolução CNPE nº 9/2025 11. Em setembro de 2026, a Conab tratava o B16 como ainda não aprovado e dizia que o consumo interno de óleo de soja estava em volume recorde 1; em outubro, citou um possível aumento da mistura como fator de alta do esmagamento 2.

Quanto fica no país e quanto vai embora

O balanço de oferta e demanda da Conab, de outubro de 2026, mostra o destino de cada produto (em mil toneladas):

ProdutoSafraProduçãoConsumo internoExportaçãoEstoque final
Soja em grão2025/26180.406,665.547,8116.203,89.529,7
Farelo2025/2647.576,721.400,026.295,93.684,1
Óleo2025/2612.453,610.529,01.900,0785,2

Fonte: Conab e Secex, estimativa de outubro de 2026 2. A mesma tabela traz a primeira estimativa para 2026/27: exportação de grão de 117.966,2 mil t e de farelo de 27.100,0 mil t, e de óleo, 1.400,0 mil t.

Na safra 2025/26, a exportação de grão equivale a 64,4% da produção (conta do redator sobre 2). Pela Abiove, que divulga estatísticas mensais do complexo soja e do biodiesel 16, a divisão em 2025 variou muito conforme o produto: o grão foi 64,83% exportado, o farelo 51,32% e o óleo só 11,51% 5. O óleo, portanto, fica quase todo no país.

A tabela não separa, no consumo interno do grão, o esmagamento dos outros usos: em setembro, eram 65,90 milhões de toneladas de consumo e 62,13 milhões de esmagamento 1. Em outubro, a Conab projetou 63,76 milhões para 2026/27, 1,97 milhão a mais que no ciclo anterior 2; isso implica 61,79 milhões em 2025/26, e não 62,13. As duas contas diferem, e a fonte não explica a diferença.

Para onde vai: destinos e valores

Os dados vêm do Comex Stat, base do MDIC. Os valores são FOB (free on board, "livre a bordo"): a mercadoria é entregue no navio, com carregamento e impostos pagos até esse ponto 7. Em 2025, o grão foi para 54 destinos 4.

Destino (soja em grão, 2025)Volume (milhões de t)Parte do volume
China85,4379,0%
Espanha4,003,7%
Tailândia3,413,2%
Turquia1,841,7%
Total (54 destinos)108,18100% (US$ 43,53 bilhões)

Fonte: Comex Stat, NCM 12019000; participações calculadas pelo redator 4.

A fatia da China varia. Em 2024, foi de 73,4% do volume (98,81 milhões de toneladas no total, US$ 42,94 bilhões); de janeiro a setembro de 2026, de 69,9% (100,15 milhões de toneladas, US$ 42,89 bilhões) 4. Pesquisadores da Universidade de Illinois escrevem que, em 2024, a China tirava do Brasil 67% da soja que importava, e que as importações respondiam por cerca de 84% da oferta de soja da própria China 13.

Os derivados têm outros clientes, também em 2025 4:

  • Farelo (duas NCMs, 23,27 milhões de toneladas, US$ 7,90 bilhões): na principal (18,09 milhões), Indonésia (17,2%), Tailândia (14,7%) e Países Baixos (9,6%) lideraram.
  • Óleo de soja (1,36 milhão de toneladas, US$ 1,45 bilhão): no óleo bruto (1,29 milhão de toneladas), a Índia ficou com 72,0% do volume, seguida de Bangladesh (10,1%) e Argélia (8,4%).

Somados, grão, farelo e óleo exportados em 2025 valeram US$ 52,88 bilhões 4, próximo dos US$ 52,89 bilhões da Abiove 5. Destinos e barreiras: exportacoes do agro e barreiras; portos: Logística do agro: rodovia, ferrovia, hidrovia, portos e o Arco Norte.

Como o preço aparece no mercado

Não existe um preço único da soja. Há três referências principais.

O indicador do Cepea. O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/USP) divulga indicadores diários de preço do grão. O de Paranaguá, segundo a metodologia, mede a soja a granel tipo exportação entregue no porto, e a página o publica em reais e em dólares por saca de 60 kg 89. O Cepea consulta produtores, cooperativas, indústrias e corretores; pagamentos a prazo são trazidos a valor à vista pelo CDI, e o preço vem sem ICMS. O texto, ainda com o nome antigo da bolsa (BM&FBovespa), diz que o indicador serve para liquidar o contrato futuro de soja 9. Em 23/10/2026, a página mostrava R$ 152,41 por saca em Paranaguá (US$ 30,53) e R$ 146,69 no Paraná (US$ 29,38) 8.

A bolsa de Chicago. A Chicago Board of Trade foi criada em 1848 e, em 2007, fundiu-se com a Chicago Mercantile Exchange, formando o CME Group 15. Canziani e Guimarães a descrevem como a principal referência mundial de preço do grão, do farelo e do óleo; os contratos são cotados em centavos de dólar por bushel (uma medida de volume de grãos) 7. A B3 também negocia um minicontrato de soja liquidado pelo preço do contrato do CME, cotado em dólar por saca 10.

O prêmio. Chicago reflete sobretudo a oferta e a procura nos Estados Unidos. Por isso, a soja brasileira é vendida com ágio ou desconto sobre Chicago, o prêmio de exportação, negociado entre exportadores e compradores 7.

A conta do preço

O mecanismo, como Canziani e Guimarães o descrevem 7:

  1. cotação de Chicago + prêmio = preço FOB no porto;
  2. FOB − despesas de exportação = valor da soja posto no porto;
  3. conversão pelo câmbio (R$/US$) e desconto do frete até o interior = preço na região.

A Tabela 4 do texto aplica o câmbio ao FOB (US$ 235,80), e não ao valor posto no porto (US$ 228,62); por isso o exemplo abaixo cobre só os dois primeiros passos, de 10/11/2005: Chicago a 587,75 centavos de dólar por bushel e prêmio de 54 centavos somavam 641,75 centavos (US$ 235,80 por tonelada); com despesas de US$ 7,18, o valor no porto era de US$ 228,62 7. É exemplo histórico, do método.

Com dados de 2026, a conta é de conversão. O indicador de Paranaguá, R$ 152,41 por saca em 23/10/2026, equivale a R$ 2.540 por tonelada (152,41 ÷ 60 × 1.000); os US$ 30,53 por saca, a US$ 509 por tonelada; e a razão entre os dois valores dá R$ 4,99 por dólar 8. Nas exportações, o valor FOB médio do grão foi de US$ 402 por tonelada em 2025 (US$ 43,53 bilhões ÷ 108,18 milhões de toneladas) e de US$ 435 em 2024 4. Médias misturam portos, meses e contratos e não são cotações. Nada disso prevê preço. Mais em preco das commodities agricolas e hedge no agro contratos da b3.

Para os mesmos autores, o preço do grão acompanha o dos derivados, já que a indústria extrai proporções quase fixas de farelo e óleo 7.

Quem compra e o caminho até o consumidor

No exterior, as fontes mostram os países de destino, não quem compra em cada um. No Brasil, o consumo interno em 2025/26 é de 65,5 milhões de toneladas de grão, 21,4 de farelo e 10,5 de óleo 2.

A cadeia tem quatro elos, segundo Canziani e Guimarães: insumos, produção no campo, processamento e distribuição até o consumidor final 7. Do grão saem dois caminhos:

  • Farelo → ração → animais → alimentos. O farelo entra nas rações 7; os animais alimentados com elas fornecem carne, ovos e leite. Para o mercado de frango e suínos, veja aves e suinos mercado e sanidade.
  • Óleo → refino → mesa, ou óleo → usina → diesel B. O óleo bruto passa pelo refino 6 e chega à cozinha; em 2006, era o principal óleo vegetal dos brasileiros 7. Quando vai para o biodiesel, é misturado ao diesel A, e o resultado, o diesel B, chega ao consumidor final 1112.

A relação do milho com a ração está em milho mercado racao e etanol.

O que os números mostram e o que não mostram

O que mostram: a produção se concentra em poucos estados (cinco reuniram 71,7% em 2025) 3; cerca de 64% da safra 2025/26 sai do país como grão 2; o óleo fica quase todo no mercado interno (88,49% em 2025) 5.

Limites e riscos

  • Concentração de compradores: em 2025, 79% do volume do grão foi para um único país 4. Para 2026/27, a Conab cita a maior concorrência dos Estados Unidos 2.
  • Clima e produtividade: a do Rio Grande do Sul passou de 2.806 para 2.012 kg/ha entre 2024 e 2025 3. Com estoques menores, diz a Conab, o balanço fica mais sensível a perdas de produtividade 2.
  • Números provisórios: as estimativas da Conab mudam a cada levantamento, e o comércio de 2026 cobre só janeiro a setembro 124.

Quem mede, quem fiscaliza e as regras no Brasil

  • Conab e IBGE: a Conab estima a safra e o balanço de oferta e demanda, com dados da Secex 12; o IBGE publica a Pesquisa Agrícola Municipal 3.
  • MDIC, Cepea e B3: o MDIC mantém o Comex Stat 4; o Cepea calcula os indicadores de preço 89; a B3 negocia contratos futuros 10.
  • ANP e CNPE: a ANP fixa as especificações do biodiesel (Resolução ANP nº 920/2023); a mistura é fixada pelo CNPE (B15 listado para 1º de agosto de 2025, Resolução CNPE nº 9/2025), no marco das Leis 11.097/2005 e 14.993/2024 1117. A regra pode mudar; consulte a ANP.

Perguntas frequentes

Qual estado produz mais soja?

Mato Grosso: 30,4% da produção de 2025, segundo o IBGE 3.

O preço da soja no Brasil é o mesmo de Chicago?

Não. Chicago cota em dólar por bushel; o Cepea publica em reais por saca de 60 kg. Entre os dois estão o prêmio, o câmbio e os custos até o porto 78.

Toda soja vira biodiesel?

Não. O biodiesel usa o óleo, fração menor do grão (cerca de 20%) 114. Em 2024, o óleo de soja foi 74% das matérias-primas do biodiesel 12. As fontes consultadas não dizem quanto do óleo vai para o biodiesel e quanto para a mesa.

Para fechar

A soja brasileira é colhida sobretudo no Centro-Oeste e se divide em grão exportado, farelo de ração e óleo de cozinha ou de biodiesel. O preço nasce da combinação entre Chicago, prêmio e câmbio, e os números de safra variam conforme o órgão que mede. Para ir além, veja preco das commodities agricolas e exportacoes do agro e barreiras.

Verbetes do glossário: Commodities Balança comercial Mercado futuro (CBOT, CME, ICE) Câmbio (dólar)

Fontes

  1. Conab, Acompanhamento da safra brasileira de grãos, v. 13, safra 2025/26, 12º levantamento, setembro de 2026 (soja: Tabela 15, texto da cultura, Tabela 16 de oferta e demanda) · consultado em 24/10/2026
  2. Conab, Acompanhamento da safra brasileira de grãos, v. 14, safra 2026/27, 1º levantamento, outubro de 2026 (soja: Tabela 14, oferta e demanda e Tabela 15) · consultado em 24/10/2026
  3. IBGE, Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), Tabela 5457 do SIDRA (soja em grão; Brasil, grandes regiões e estados; variáveis 8331, 216, 214 e 112; anos 2023, 2024 e 2025), lida pela API pública do SIDRA · consultado em 24/10/2026
  4. MDIC/Secex, Comex Stat, exportações brasileiras (NCM 12019000 soja em grão; 23040090 e 23040010 farelo e pellets; 15071000, 15079011, 15079019 e 15079090 óleo de soja), consulta pela API de dados abertos (api-comexstat.mdic.gov.br/general), valores FOB em US$ e quilos líquidos, anos de 2024 e 2025 e janeiro a setembro de 2026 · consultado em 24/10/2026
  5. Embrapa Soja, Dados econômicos (safra 2025/26 por país e por estado, segundo USDA/PSD e Conab de 05/2026; exportação e consumo interno de 2025, segundo a Abiove, atualizados em 17/05/2026) · consultado em 24/10/2026
  6. Mandarino, Hirakuri e Roessing (Embrapa Soja), Tecnologia para produção do óleo de soja: descrição das etapas, equipamentos, produtos e subprodutos, 2ª ed., Documentos 171, Londrina, junho de 2015 · consultado em 24/10/2026
  7. Canziani e Guimarães (Cepea/Esalq-USP), Venda no momento certo garante melhores preços, Visão Agrícola n. 5, jan.-jun. de 2006, p. 130-133 (texto de 2006: mecanismo de preço e exemplo de 10/11/2005) · consultado em 24/10/2026
  8. Cepea/Esalq-USP, Indicador da Soja Cepea/Esalq, Paranaguá e Paraná (página do indicador, valores de 23/10/2026) · consultado em 24/10/2026
  9. Cepea/Esalq-USP, Metodologia do Indicador da Soja Esalq/BM&FBovespa, Paranaguá · consultado em 24/10/2026
  10. B3, Minicontrato Futuro de Soja CME (ficha do produto) · consultado em 24/10/2026
  11. ANP, Biodiesel (histórico da mistura obrigatória ao diesel e especificação) · consultado em 24/10/2026
  12. ANP, Análise de Conjuntura, Boletim Trimestral do Mercado de Combustíveis, n. 4, 1º trimestre de 2025: Mercado de biodiesel (matérias-primas em 2024) · consultado em 24/10/2026
  13. Colussi, Coppess, Paulson e Schnitkey, Trade Conflicts and Long-Term Consequences: Are Soybeans Doomed to Repeat History?, farmdoc daily 15(90), Universidade de Illinois, 15/05/2025 · consultado em 24/10/2026
  14. Wikipédia, Soja (verbete em português; usos do grão e dos derivados) · consultado em 24/10/2026
  15. Wikipédia, Chicago Board of Trade (verbete em português; fundação e fusão com o CME) · consultado em 24/10/2026
  16. Abiove, Estatísticas (a página descreve a atualização mensal de dados e estatísticas do complexo da soja e do biodiesel, fornecidos por empresas associadas) · consultado em 24/10/2026
  17. Câmara dos Deputados (Agência Câmara), Entra em vigor a Lei do Combustível do Futuro, 09/10/2024 (cronograma de mistura de biodiesel da Lei 14.993/2024) · consultado em 24/10/2026
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Escrito em 24/10/2026 · checado em 24/10/2026 · versão 2