Tabuleiro TropicalSala de situação do Brasil
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Aprenda enquanto acompanha o Brasil

Economia, mercado, política e geopolítica em linguagem simples. Cada verbete explica o que é, por que importa, mostra o número de agora quando existe e leva à fonte oficial.

Na Sala e no Terminal, os termos sublinhados abrem estas explicações com um clique. Educação, não recomendação: aqui se explica o que é P/L, nunca se diz que uma ação está barata.

Enciclopédia de Investimentos

Artigos completos, em linguagem simples, com as regras brasileiras e as fontes oficiais. 111 artigos publicados.

Primeiros passos

Como funciona o sistema financeiro nacional: quem faz as regras, quem fiscaliza e quem operaO Sistema Financeiro Nacional reúne quem define as regras, quem fiscaliza e quem oferece produtos e serviços. Entenda o papel do CMN, do Banco Central, da CVM e da B3.Corretora e custódia: o que é, como funciona e o que fica protegido (e o que não fica)O que uma corretora faz, o que é custódia, onde ficam seus ativos e quais proteções existem (FGC e MRP) se a instituição tiver problemas, com limites e prazos datados.CVM: o que faz, o que não faz e como o mercado de capitais é fiscalizadoA CVM é a autarquia federal que regula e fiscaliza o mercado de valores mobiliários no Brasil. Veja o que ela faz, o que fica com outros órgãos e como conferir se uma oferta é regular.Diversificação: o que é, como funciona e o que ela não fazDiversificar é distribuir o dinheiro em investimentos que não dependem dos mesmos fatores. Entenda o mecanismo, a conta, os limites e o que o FGC cobre.Golpes financeiros: como funcionam, quais os sinais de alerta e como conferir uma ofertaPirâmides, falsas corretoras e promessas de ganho alto: como esses golpes funcionam, quais sinais a CVM aponta e como conferir quem faz a oferta.Juros compostos: o que são, como funcionam e como fazer a contaJuros compostos são os juros calculados sobre o capital inicial e também sobre os juros já acumulados. Entenda a fórmula, veja exemplos em reais e saiba por que o mesmo mecanismo vale para investimentos e para dívidas.Liquidez: o que é, como funciona e como medir o prazo para ter o dinheiro de voltaLiquidez é a facilidade de transformar um investimento em dinheiro por um valor justo. Veja como ela funciona na poupança, no CDB, no Tesouro Direto, nos fundos e na bolsa, e o que muda em cada caso.O que é investir: como funciona, para que serve e quais são os riscosInvestir é colocar o dinheiro em um ativo para tentar obter, mais adiante, um valor maior que o aplicado, sem certeza de que isso ocorrerá. Entenda a diferença entre guardar, poupar e investir, e o que olhar antes de aplicar.Objetivo e prazo: por que o horizonte muda tudoO prazo do objetivo muda a conta de quase tudo: oscilação de preço, imposto, liquidez e tempo para se recuperar de uma queda. Veja como o horizonte entra na escolha de onde guardar o dinheiro.Perfil de investidor (suitability): o que é, como funciona e o que a CVM exigeSuitability é o dever de a instituição checar se um produto combina com o perfil do cliente. Veja o que a Resolução CVM 30/2021 exige, como o questionário funciona e quais são os limites.Renda fixa e renda variável: qual a diferença, como funcionam e quais os riscos de cada umaA diferença entre renda fixa e renda variável está em saber, ou não, como o investimento será remunerado no momento da aplicação. Entenda o mecanismo, o imposto, a garantia do FGC e os riscos de cada grupo.Rentabilidade bruta e líquida: o que é, como calcular e por que a diferença importaRentabilidade bruta é o ganho antes de descontos; a líquida é o que sobra depois de imposto e taxas. Veja a conta passo a passo, com exemplo numérico e as regras brasileiras.Reserva de emergência: o que é, quanto guardar e que características a aplicação precisa terReserva de emergência é o dinheiro separado para imprevistos, como perda de renda ou despesa médica. Entenda o que ela é, como se calcula o valor e quais características (liquidez, risco, imposto, garantia) importam.Risco e retorno: o que são, como se medem e por que andam juntosRetorno é o que um investimento rende; risco é a chance de esse resultado ser diferente do esperado. Entenda os tipos de risco, como se mede a oscilação e por que retorno esperado não é retorno garantido.

Renda fixa

CDB (Certificado de Depósito Bancário): o que é, como funciona e quanto rendeO CDB é um título de renda fixa em que você empresta dinheiro a um banco e recebe de volta o valor mais juros combinados. Entenda remuneração, imposto de renda, IOF e a garantia do FGC.CDB, LCI e LCA: o que muda entre elesCDB, LCI e LCA são títulos emitidos por bancos. A diferença está no imposto de renda, no lastro, no prazo mínimo e na liquidez. A garantia do FGC é a mesma, com o mesmo limite.CDI (Certificado de Depósito Interbancário): o que é, como funciona e como medir o rendimentoO CDI é a taxa de referência dos empréstimos de um dia entre bancos e a régua usada para medir a rentabilidade da renda fixa e de muitos fundos no Brasil. Entenda como é apurado, como entra na conta e como se relaciona com a Selic.CRI e CRA: o que são, como funcionam e como são tributadosCRI e CRA são títulos de renda fixa lastreados em créditos imobiliários e do agronegócio, emitidos por securitizadoras. Veja como funcionam, a isenção de Imposto de Renda para pessoa física, a ausência de cobertura do FGC e os riscos.Debêntures incentivadas: o que são, como funciona a isenção e quais os riscosDebêntures incentivadas são títulos de dívida de empresas ligadas a projetos prioritários, com regra de Imposto de Renda própria (Lei 12.431/2011). Entenda os requisitos, a isenção da pessoa física e os riscos.Dívida pública e títulos públicos: o que são, como o governo se financia e por que isso afeta os jurosDívida pública é o que o governo deve; títulos públicos são os papéis que ele vende para se financiar. Entenda quem compra, como a dívida federal se divide e o que isso tem a ver com os juros.FGC: o que o Fundo Garantidor de Créditos cobre, até quanto e o que fica de foraO FGC é uma associação privada que paga os clientes de bancos quando o Banco Central decreta a quebra da instituição. Entenda o limite de R$ 250 mil, o teto de R$ 1 milhão em quatro anos, o que é coberto e o que não é.LCI e LCA: o que são, como funcionam e como são tributadasLCI e LCA são letras de crédito emitidas por instituições financeiras, ligadas ao crédito imobiliário e ao agronegócio. Veja como funcionam, a isenção de Imposto de Renda para pessoa física, a cobertura do FGC e os riscos.Marcação a mercado: o que é, como funciona e por que o preço de um título mudaMarcação a mercado é o ajuste diário do preço de um título ao que o mercado pagaria por ele hoje. Entenda por que o saldo de um título de renda fixa oscila antes do vencimento.Poupança: o que é, como funciona e quanto rendeA caderneta de poupança é a aplicação bancária mais conhecida do Brasil. Veja como o rendimento é calculado a partir da TR e da Selic, quando o dinheiro rende, o que diz a regra de imposto e o que o FGC cobre.Prefixado, pós-fixado e atrelado à inflação: o que são, como funcionam e como se comparamOs três jeitos de a renda fixa remunerar: taxa combinada de antemão (prefixado), taxa que acompanha um indicador como a Selic ou o CDI (pós-fixado) e taxa mais inflação (híbrido, atrelado ao IPCA). Entenda a lógica, as contas e os riscos de cada um.Risco de crédito e rating: o que são, como funcionam e o que não garantemRisco de crédito é a chance de quem tomou dinheiro emprestado não pagar. Rating é a nota que uma agência dá a essa capacidade de pagar. Entenda a escala, o spread, o FGC e os limites da nota.Tesouro Direto: o que é, como funciona e quais são os títulosO Tesouro Direto é o programa em que pessoas físicas compram títulos públicos federais. Entenda os tipos de título, como o preço e o imposto funcionam, e quais são os custos e os riscos.Tesouro Direto: taxas e custos, quem cobra o quê e como a conta é feitaO Tesouro Direto tem custos de origens diferentes: a custódia da B3, a taxa que a instituição financeira pode cobrar, o spread na venda antecipada, o IOF e o imposto de renda. Veja quem cobra cada um e como entra na conta.Tesouro IPCA+: o que é, como funciona e quanto rendeO Tesouro IPCA+ é um título público que paga a inflação medida pelo IPCA mais uma taxa de juros fixada na compra. Veja como a conta é feita, como funcionam o imposto e a taxa de custódia e quais são os riscos de vender antes do vencimento.Tesouro Prefixado: o que é, como funciona e quanto rendeO Tesouro Prefixado é um título público com taxa de juros fixada na compra. Veja como o preço é calculado, por que ele oscila antes do vencimento e como funcionam o imposto e a taxa de custódia.Tesouro RendA+: o que é, como funciona e quanto pode renderO Tesouro RendA+ é um título público que transforma o dinheiro aplicado hoje em 240 pagamentos mensais, corrigidos pela inflação, a partir de uma data escolhida. Explica o funcionamento, a conta, os custos e os riscos.Tesouro Selic: o que é, como funciona e quanto rendeO Tesouro Selic é um título público do Tesouro Direto cuja remuneração acompanha a taxa Selic. Veja como funciona, como o imposto e a taxa de custódia são cobrados e quais são os riscos.Vender um título do Tesouro antes do vencimento: como funciona e o que pode acontecer com o valorComo o Tesouro Direto recompra títulos antes do vencimento, por que o preço de venda muda de um dia para o outro e quais custos e impostos entram na conta.

Ações e bolsa

Ações ON, PN e units: o que significam os finais 3, 4 e 11 e como funcionamEntenda a diferença entre ações ordinárias (ON), preferenciais (PN) e units, o que dizem os números no fim do código na B3 e o que a lei brasileira garante a cada classe.Ações: o que são, como funcionam e como são tributadasAção é a fração mínima do capital de uma empresa. Entenda os tipos, como se ganha e se perde, as contas básicas e o imposto sobre a venda.B3: o que é, como funciona e o que a bolsa do Brasil fazA B3 é a empresa que administra a bolsa e o balcão organizado do Brasil. Entenda o que ela faz, como uma ordem vira negócio, o papel do Ibovespa e quem a fiscaliza.BDRs: o que são, como funcionam e quais os riscosBDR é o certificado negociado na B3, em reais, que representa valores mobiliários de empresas estrangeiras. Entenda patrocinado e não patrocinado, os níveis I, II e III, o efeito do câmbio, os riscos e o imposto.Como funciona a compra de uma ação: passo a passo, do cadastro à liquidaçãoO caminho de uma ordem de compra na bolsa brasileira: conta em corretora, envio da ordem, encontro no book de ofertas, liquidação em dois dias úteis e o que acontece depois.Day trade: o que é, como é tributado e quais são os riscosDay trade é abrir e encerrar uma operação no mesmo dia. Entenda como funciona, como o imposto de 20% é calculado, o que um estudo da FGV mostra sobre resultados e quais são os riscos.Dividendos: o que são, como funcionam e como são tributadosDividendo é a parte do lucro que a empresa reparte entre os acionistas. Veja como o pagamento funciona, quais são as datas que importam e como a regra de imposto mudou em 2026.Ibovespa: o que é, como é composto e como ler o índiceO Ibovespa é o principal índice da bolsa brasileira. Veja quais ações entram, como o peso de cada empresa é definido e o que o número do índice diz e não diz.Índices da B3: o que são, como funcionam e como ler IFIX, SMLL, IDIV e outrosÍndice da B3 é uma carteira teórica que resume o desempenho de um grupo de ativos. Veja o que mede cada um (Ibovespa, IBrX 100, SMLL, IDIV, IFIX, IMOB) e como ler a manchete.IPO: o que é a oferta pública inicial, como funciona e quais são os riscosO IPO é a primeira venda ampla de ações de uma empresa ao público, na bolsa. Entenda a diferença entre oferta primária e secundária, o papel da CVM e da B3, o free float e os riscos.Juros sobre capital próprio (JCP): o que é, como funciona e como é tributadoJCP é uma forma de a empresa remunerar seus acionistas que reduz a base de cálculo do imposto da própria empresa e sofre imposto retido na fonte de quem recebe. Veja os dois limites da conta, a alíquota de 17,5% em 2026 e as diferenças para o dividendo.Lote padrão e mercado fracionário: o que são, como funcionam e por que o código termina em FEntenda o que é o lote padrão de ações na B3, como o mercado fracionário permite negociar de 1 a 99 ações e o que significa o F no fim do código.Novo Mercado e níveis de governança da B3: o que são, como funcionam e o que muda para o acionistaOs segmentos especiais de listagem da B3 (Novo Mercado, Nível 2 e Nível 1) reúnem regras de governança além da lei; o Básico segue as regras gerais. Entenda tag along, ações ordinárias, conselho independente e o que cada nível exige.Tipos de ordem de compra e venda: o que são, como funcionam e no que diferemOrdem é a instrução que o investidor dá para comprar ou vender um ativo na bolsa. Entenda as ordens a mercado, limitada e stop, o que muda no preço e o que acontece nos leilões da B3.

Fundos e ETFs

Come-cotas: o que é, quando é cobrado e como afeta o rendimento de um fundoO come-cotas é a antecipação semestral do Imposto de Renda em fundos de investimento, cobrada em maio e novembro com a redução da quantidade de cotas. Veja como a conta funciona, quais fundos ficam de fora e o que mudou nas regras.ETFs: o que são, como funcionam e como são tributadosETF é um fundo que acompanha um índice e tem as cotas negociadas na bolsa como uma ação. Veja como funciona, o que custa, como é tributado no Brasil e quais são os riscos.Fiagro: o que é, como funciona e como é tributadoO Fiagro é um fundo que reúne dinheiro de vários investidores para aplicar em ativos ligados ao agronegócio, como imóveis rurais, títulos de crédito do setor e participações em empresas. Entenda os tipos, as regras, o imposto e os riscos.FIIs de tijolo, de papel e fundos de fundos: o que são, como diferem e quais riscos cada um temFundos imobiliários são chamados de tijolo, papel, híbridos ou fundos de fundos conforme o que têm na carteira. Veja o que cada tipo possui, de onde vem a renda e que risco pesa mais em cada um.Fundos de ações: o que são, como funcionam e quais os riscosFundo de ações é um fundo de investimento que aplica a maior parte do dinheiro em ações. Veja como funciona, como as taxas e o imposto pesam no resultado e quais são os riscos.Fundos de investimento: o que são, como funcionam e como são tributadosFundo de investimento reúne o dinheiro de vários investidores em uma carteira comum, dividida em cotas. Veja quem administra, quais taxas existem, como o imposto (come-cotas) funciona e quais são os riscos.Fundos DI e de renda fixa: o que são, como funcionam e como são tributadosFundos DI e de renda fixa reúnem o dinheiro de vários cotistas em títulos de renda fixa. Entenda o que é o fundo DI, o que ele cobra, como o come-cotas e o IOF funcionam e quais são os riscos.Fundos imobiliários (FIIs): o que são, como funcionam e como são tributadosFII é um fundo fechado que reúne dinheiro de vários investidores para aplicar no setor imobiliário, e suas cotas são negociadas em bolsa. Veja como os rendimentos são distribuídos, quando são isentos de Imposto de Renda para pessoa física e quais são os riscos.Fundos multimercado: o que são, como funcionam e o que observar antes de entender o resultadoFundos multimercado são fundos de investimento em que o gestor tem a maior liberdade de decidir onde aplicar. Veja como funcionam, como as taxas pesam no resultado e quais são os riscos.Lâmina e regulamento: como ler os documentos de um fundoA lâmina é um resumo padronizado do fundo; o regulamento traz as regras completas. Veja o que cada documento mostra, o que conferir em cada um e onde achá-los na CVM.Taxa de administração, performance e custos de fundos: o que são, como funcionam e quanto pesamFundos de investimento cobram taxas de administração, gestão, distribuição e, em alguns casos, de performance. Entenda o que cada uma remunera, como a CVM limita a cobrança e como um custo pequeno pesa no longo prazo.

Análise de empresas

Análise fundamentalista: o que é, como funciona e o que ela não fazEntenda o que é a análise fundamentalista de empresas, quais números ela usa, como um indicador como o P/L é calculado e quais são os limites do método.Balanço patrimonial: o que é, como ler e onde achar dívida e patrimônio da empresaO balanço patrimonial mostra o que a empresa tem, o que deve e o que sobra para os sócios em uma data. Veja como ele é organizado pela lei brasileira e como ler ativo, passivo e patrimônio líquido.Demonstração do resultado (DRE): o que é, como ler e de onde vêm receita, custo e lucroA DRE mostra, em um período, quanto a empresa vendeu, quanto gastou e quanto sobrou de lucro. Veja a ordem das contas, uma conta de exemplo e onde baixar a DRE de empresas da bolsa.Dívida líquida sobre EBITDA: o que é, como se calcula e o que o número não mostraDívida líquida/EBITDA compara o que a empresa deve, descontado o caixa, com o que a operação gera por ano. Veja a conta, um exemplo, as variações de cálculo e os limites do indicador.Dividend yield: o que é, como funciona e como calcularDividend yield é o total de proventos pagos por ação em 12 meses dividido pelo preço da ação. Veja a conta, o que faz o número subir ou cair e por que um valor alto não diz que a empresa é boa.EBITDA: o que é, como se calcula e o que ele não mostraEBITDA (LAJIDA, em português) é o lucro da empresa antes de juros, imposto de renda e CSLL, depreciação e amortização. Veja a conta, um exemplo, as regras da CVM e os limites da medida.EV/EBITDA: o que é, como se calcula e o que o múltiplo não mostraEV/EBITDA compara o valor da empresa inteira, com a dívida, ao resultado da operação. Veja a conta, um exemplo com duas empresas fictícias, a diferença para o P/L e os limites do múltiplo.Fato relevante e comunicado ao mercado: o que são, quem divulga e como a CVM fiscalizaFato relevante é a informação importante que uma empresa de capital aberto precisa divulgar ao mercado. Entenda a diferença para o comunicado ao mercado, o papel do diretor de relações com investidores e como a CVM fiscaliza.Fluxo de caixa da empresa: o que é, como ler e por que lucro não é caixaA demonstração dos fluxos de caixa mostra de onde veio e para onde foi o dinheiro da empresa em um período. Veja as três partes, uma conta de exemplo e onde achar o dado de empresas da bolsa.Lucro por ação (LPA): o que é, como se calcula e o que ele não mostraO lucro por ação (LPA) divide o lucro de uma empresa pelo número de ações. Entenda a conta, a diferença entre LPA básico e diluído, o efeito do desdobramento e os limites do indicador.Margem bruta, operacional e líquida: o que são, como calcular e o que mostramAs margens bruta, operacional e líquida mostram quanto de cada real vendido sobra em cada etapa da demonstração do resultado. Veja a conta, um exemplo numérico e os limites do indicador.Preço sobre lucro (P/L): o que é, como se calcula e o que ele não mostraO P/L divide o preço de uma ação pelo lucro por ação. Veja a conta, um exemplo datado e por que o número sozinho pode confundir, sobretudo em empresas cíclicas.Preço sobre valor patrimonial (P/VP): o que é, como se calcula e o que ele não mostraO P/VP divide o preço de uma ação pelo patrimônio líquido por ação. Veja a conta, um exemplo datado e os limites do número, sobretudo em empresas com muitos intangíveis.ROE: o que é, como se calcula e o que ele não mostraO ROE mede quanto lucro uma empresa gerou para cada real do patrimônio dos sócios. Entenda a conta, um exemplo numérico, o efeito da dívida e os limites do indicador.ROIC e ROCE: o que são, como se calculam e no que se diferenciam do ROEROIC e ROCE medem quanto lucro operacional uma empresa gera sobre o capital que usa, de sócios e de credores (no ROCE, só os de longo prazo). Veja as contas, um exemplo numérico, as diferenças entre os dois e os limites dos indicadores.Valor de mercado: o que é, como se calcula e o que ele mostra de uma empresaO valor de mercado é o preço das ações de uma empresa multiplicado pelo número de ações. Veja a conta, a diferença para o preço da ação, o free float e os limites do número.

Economia e juros

Arcabouço fiscal: o que é, como funciona e o que limita no gasto federalO arcabouço fiscal é a regra, criada pela Lei Complementar 200/2023, que fixa metas de resultado primário e limita o crescimento da despesa do governo federal. Veja como funcionam a meta, a banda de tolerância, o limite de despesas e os gatilhos, com números do Orçamento de 2027.Banco Central do Brasil: o que faz, como funciona e o que significa a autonomiaO Banco Central do Brasil é a autarquia que conduz a política monetária, fiscaliza os bancos e emite a moeda. Veja o que a lei lhe atribui, como é a diretoria, o que a autonomia muda e o que ele não decide.Boletim Focus: o que é, como funciona e como ler as expectativas do mercadoO Boletim Focus é o relatório semanal do Banco Central que reúne o que instituições do mercado esperam para inflação, PIB, Selic e câmbio. Entenda como a mediana é calculada e o que o relatório não é.Copom: quem decide a Selic, como funcionam as reuniões e o que sai delasO Copom é o comitê do Banco Central que decide a meta da taxa Selic. Veja quem participa, como são as reuniões, o que são comunicado e ata e como ler uma decisão.Curva de juros: o que é, como funciona e como lerA curva de juros mostra quanto o mercado cobra de juros para cada prazo. Entenda como ela é montada, o que significa inclinada ou invertida e quais são seus limites.Dívida bruta e dívida líquida do governo: o que são, como se medem e por que os números diferemDívida bruta soma o que o governo deve; dívida líquida desconta o que o setor público tem a receber. Entenda a diferença, por que as duas aparecem em % do PIB e por que os números não se comparam direto.Fed e juros americanos: o que são, como funcionam e por que importam para o BrasilEntenda o que é o Federal Reserve, como o FOMC define a taxa de juros dos Estados Unidos e por que essa decisão pode chegar ao dólar, aos juros e à bolsa no Brasil.IGP-M e outros índices de preços: o que são, como funcionam e no que diferem do IPCAO IGP-M é um índice de preços da FGV que mistura preços ao produtor, ao consumidor e da construção. Veja como é calculado, como difere do IPCA e como entra em reajustes de aluguel.Inflação: o que é, como se mede e como afeta o seu dinheiroInflação é a alta geral e contínua dos preços, que reduz o poder de compra do dinheiro. Entenda como o IPCA e o IGP-M medem, o que causa e por que ela muda o rendimento real.IPCA-15: o que é, como funciona e como ler a prévia da inflaçãoO IPCA-15 é o índice do IBGE que mede a inflação ao consumidor com coleta de preços do dia 16 de um mês ao dia 15 do seguinte. Veja como ele se compara ao IPCA, com a conta feita passo a passo.IPCA: o que é, como funciona e como ler a inflação ao consumidorO IPCA é o índice do IBGE que mede a variação dos preços ao consumidor no Brasil. Entenda como ler a variação mensal e a de 12 meses, com a conta feita passo a passo.Juro real: o que é, como se calcula e por que muda o que o dinheiro rendeJuro real é a taxa de juros depois de descontada a inflação. Entenda a fórmula, um exemplo com Selic e IPCA de 2026 e os limites do cálculo.Meta de inflação: o que é, como funciona e o que muda com a meta contínuaA meta de inflação é o alvo que o Banco Central persegue com a Selic. Veja como o Brasil a define, como é apurada desde 2025 e o que acontece quando é descumprida.PIB: o que é, como é medido e o que ele mostra da economiaO PIB mede o valor dos bens e serviços finais produzidos num país em um período. Entenda como o IBGE calcula, o que são PIB nominal, real e per capita e quais são os limites do indicador.Política fiscal e resultado primário: o que são, como se medem e por que importamPolítica fiscal é o conjunto de decisões do governo sobre arrecadar e gastar. O resultado primário mede se, sem contar os juros, a conta fechou no azul ou no vermelho.Política monetária: o que é, como funciona e como mexe com juros e inflaçãoPolítica monetária é o conjunto de ações do Banco Central para manter a inflação perto da meta, principalmente pela taxa Selic. Veja quem decide, como a decisão chega ao crédito e quais são seus limites.Risco-país: o que é, como é medido e o que o número não dizRisco-país é o risco de crédito de emprestar a um governo. Entenda o EMBI, o CDS, os pontos-base, a interrupção da série pública do EMBI+ em 2024 e os limites desses números.Taxa nominal, efetiva e equivalente: o que são, como converter e como comparar jurosA taxa nominal é a que aparece no anúncio; a efetiva é a que o saldo realmente cresce no período; a equivalente é a que dá o mesmo resultado em outro prazo. Aprenda a converter e a comparar juros mensais e anuais.Taxa Selic: o que é, como funciona e como mexe com o seu dinheiroA Selic é a taxa básica de juros do Brasil. Entenda quem a define, como é calculada, a diferença entre meta e taxa efetiva e o que ela muda em poupança, crédito e renda fixa.

Impostos

Como declarar investimentos no Imposto de Renda: o que informar, onde e quandoGuia das regras da Receita Federal para informar ações, renda fixa, fundos e outros investimentos na declaração anual do Imposto de Renda da Pessoa Física, com limites e exemplos datados.DARF: o que é, como funciona e como o imposto sobre investimentos é pagoA DARF é a guia usada para pagar à Receita Federal o imposto que o próprio investidor apura, como o ganho na venda de ações e de cotas de FIIs. Veja prazo, código, valor mínimo e o que acontece no atraso.Imposto de Renda em FIIs: o que é isento, o que é tributado e como declararComo o Imposto de Renda incide sobre fundos imobiliários (FIIs): rendimentos mensais, ganho na venda das cotas e o que mudou ou não em 2025 e 2026.Imposto de Renda na renda fixa: como funciona a tabela regressivaComo o Imposto de Renda e o IOF incidem sobre CDB, Tesouro Direto e outros títulos de renda fixa, e por que a alíquota cai com o tempo de aplicação.Imposto de Renda sobre ações e a isenção de R$ 20 mil por mês: o que é, como funciona e como calcularQuem tem lucro ao vender ações na bolsa paga Imposto de Renda de 15% sobre o ganho, a não ser que as vendas do mês fiquem em até R$ 20 mil. Veja a conta, as exceções e o que pesa no prejuízo.Imposto no day trade: alíquota, retenção na fonte, compensação de prejuízo e DARFO ganho líquido de day trade em bolsa paga 20% de Imposto de Renda, com 1% retido na fonte. Veja a conta, a compensação de prejuízos e o que muda em relação às operações comuns.Investimentos no exterior e a Lei 14.754/2023: o que é, como funciona e como é tributadoComo a Lei 14.754/2023 tributa o Imposto de Renda de pessoas físicas residentes no Brasil sobre aplicações financeiras, offshores e trusts no exterior.IOF: o que é, quando incide e quanto custa em crédito, câmbio e resgatesO IOF é um imposto federal cobrado sobre crédito, câmbio, seguros e operações com títulos e valores mobiliários. Veja como é calculado, quais alíquotas constavam no regulamento em outubro de 2026 e quando o resgate de títulos e fundos paga o imposto.O que é isento de Imposto de Renda para pessoa física: poupança, LCI, LCA, ações, FII e maisMapa das principais isenções de Imposto de Renda para quem investe como pessoa física no Brasil, com a condição de cada uma e o que ainda precisa ser declarado.Tributação de dividendos desde 2026: o que mudou, como funciona e onde conferirDesde 2026, dividendos pagos a pessoa física passam por retenção de 10% quando superam R$ 50 mil no mês por empresa, e há um imposto mínimo para rendas anuais acima de R$ 600 mil. Entenda as regras, os exemplos e os pontos ainda em disputa.

Trilhas para iniciantes

Dez verbetes em sequência, um de cada vez, com o seu progresso guardado neste navegador.

Trilha · 10 passos · ~12 min

Economia em 10 verbetes

O básico para entender as notícias de economia: o tamanho do país, a inflação, os juros, o dólar e as contas do governo.

PIB · Inflação · IPCA · Selic · Copom · Juro real · Boletim Focus · Câmbio (dólar) · Resultado primário · Dívida bruta / PIB
Trilha · 10 passos · ~12 min

Como ler o mercado

Para entender a faixa de cotações e as janelas de mercado: o que cada número mede e por que ele se mexe.

Ibovespa · Pregão · Atraso da cotação · S&P 500 · DXY (índice do dólar) · Treasuries (juros dos EUA) · Pontos-base (bps) · VIX · Commodities · Risco-país
Trilha · 10 passos · ~14 min

Como funciona Brasília

Quem faz as leis, quem governa, quem julga, e como uma ideia vira regra no Diário Oficial.

Três Poderes · Congresso Nacional · Projeto de lei · Quórum de votação · PEC · Medida provisória · Sanção e veto · Orçamento público (PPA, LDO, LOA) · Arcabouço fiscal · STF
Trilha · 10 passos · ~13 min

Geopolítica para iniciantes

As organizações, os grupos de países e as rotas que aparecem nas notícias do mundo, e por que importam para o Brasil.

ONU · Conselho de Segurança da ONU · OTAN · Sanções econômicas · G20 · BRICS · Tarifa de importação · OMC · OPEP e OPEP+ · Estreitos e rotas marítimas estratégicas
Trilha · 10 passos · ~14 min

Entender uma empresa pelos números

O que significam os indicadores da análise do Terminal. Explica o que cada um mede, não se uma ação é boa ou ruim.

Valor de mercado · P/L (preço sobre lucro) · EBITDA · EV/EBITDA · Dívida líquida / EBITDA · ROE (retorno sobre o patrimônio) · Dividend yield (DY) · Custo de capital próprio · Empresa cíclica · Lucro normalizado pelo ciclo

139 verbetes

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Oito verbetes para ler a Sala de situação com proveito.

Economia

Pesquisa semanal do Banco Central com mais de cem instituições financeiras sobre o que elas esperam para inflação, PIB, Selic e dólar. Sai toda segunda-feira.

Por que importa: Mostra o que o mercado espera para a economia; o Banco Central acompanha essas expectativas ao decidir os juros.

Leia o artigo completo: Boletim Focus: o que é, como funciona e como ler as expectativas do mercado →

Onde ver no Tabuleiro: Economia →

Veja também: SelicIPCAPIB

Para saber mais: Banco Central: Focus ↗

Preço de uma moeda em outra. USD/BRL é quantos reais custa um dólar: quando sobe, o real perdeu valor.

Por que importa: O dólar mexe no preço de combustíveis, alimentos e eletrônicos, e na inflação; em momentos de medo, investidores costumam correr para o dólar.

Leia o artigo completo: BDRs: o que são, como funcionam e quais os riscos →

Onde ver no Tabuleiro: Economia →

Veja também: PTAXDXY (índice do dólar)Real × emergentes

Para saber mais: Banco Central: câmbio ↗

O saldo de tudo o que o país compra e vende do exterior em bens, serviços e rendas (como juros e lucros enviados lá para fora). Déficit em conta corrente significa que o Brasil gasta mais lá fora do que recebe.

Por que importa: Déficit grande precisa ser financiado com dinheiro de fora; se esse dinheiro some, o dólar sobe.

Leia o artigo completo: Reservas internacionais: o que são, para que servem e como o Banco Central as mede →

Onde ver no Tabuleiro: Risco externo →

Veja também: Balança comercialReservas internacionaisInvestimento direto

Para saber mais: Banco Central: estatísticas do setor externo ↗

Economia

Copom

Comitê de Política Monetária do Banco Central. Reúne-se oito vezes por ano (cerca de a cada 45 dias) para decidir a Selic, e publica um comunicado e, depois, uma ata explicando a decisão.

Por que importa: As decisões e o tom do comunicado orientam as expectativas sobre os juros e costumam influenciar o crédito, o dólar e os mercados.

Leia o artigo completo: Banco Central do Brasil: o que faz, como funciona e o que significa a autonomia →

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Veja também: SelicBoletim Focus

Para saber mais: Banco Central: Copom ↗

Economia

Desemprego

A parcela das pessoas que querem trabalhar (ocupadas ou procurando vaga) e estão sem emprego. No Brasil, a taxa oficial vem da PNAD Contínua do IBGE.

Por que importa: Desemprego baixo aumenta a renda e o consumo, mas também pode pressionar a inflação.

Onde ver no Tabuleiro: Economia →

Veja também: PIBInflação

Para saber mais: IBGE Explica: desemprego ↗

Soma das dívidas do governo (União, INSS, estados e municípios), comparada ao tamanho da economia. É a régua mais usada para dizer se a dívida pública está grande ou pequena.

Por que importa: Dívida subindo rápido costuma fazer os investidores cobrarem juros maiores para emprestar ao governo, o que encarece o financiamento do país.

Leia o artigo completo: Arcabouço fiscal: o que é, como funciona e o que limita no gasto federal →

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Veja também: Resultado primárioResultado nominalPIB

Para saber mais: Banco Central: estatísticas fiscais ↗

Economia

IGP-M

Índice Geral de Preços do Mercado, calculado pela FGV. Mistura preços no atacado, ao consumidor e da construção, por isso sente mais o dólar e as commodities do que o IPCA.

Por que importa: É usado para reajustar alguns contratos de aluguel e tarifas, embora muitos contratos hoje usem o IPCA.

Leia o artigo completo: IGP-M e outros índices de preços: o que são, como funcionam e no que diferem do IPCA →

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Veja também: IPCAInflaçãoCommodities

Para saber mais: FGV IBRE: IGP-M ↗

Economia

Inflação

Perda do poder de compra da moeda: com o tempo, o mesmo dinheiro passa a comprar menos. Essa perda aparece como alta generalizada e contínua dos preços, que é o que os índices de inflação, como o IPCA, medem.

Por que importa: Inflação alta corrói salários e poupança, e é o principal motivo para o Banco Central subir os juros.

Causas discutidas pelos economistas: (1) expansão da moeda e do crédito acima do que a economia produz, a explicação central das escolas monetarista e austríaca; (2) demanda aquecida, quando se quer comprar mais do que a economia consegue produzir; (3) choques de custo, como alta do petróleo, do dólar ou quebra de safra; (4) inércia, quando contratos e salários são reajustados pela inflação passada; (5) expectativas, quando todos reajustam preços porque esperam inflação. O Banco Central agrupa as causas em demanda, custos, inércia e expectativas; na prática, elas costumam agir juntas, e o peso de cada uma é tema de debate.

Leia o artigo completo: Banco Central do Brasil: o que faz, como funciona e o que significa a autonomia →

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Veja também: IPCAIGP-MSelic

Para saber mais: Banco Central: o que é inflação ↗ · IBGE Explica: inflação ↗

Dinheiro de estrangeiros que entra para abrir ou comprar participação em empresas no país, com visão de longo prazo. Difere do dinheiro que entra e sai rápido do mercado financeiro.

Por que importa: É a forma mais estável de financiar o déficit externo.

Onde ver no Tabuleiro: Risco externo →

Veja também: Conta corrente

Para saber mais: Banco Central: setor externo ↗

Economia

IPCA

Índice de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial do Brasil, medida pelo IBGE todo mês. Acompanha o preço de uma cesta de produtos e serviços que as famílias compram.

Por que importa: É o número que o Banco Central persegue com a meta de inflação; IPCA acima da meta costuma significar juros altos por mais tempo.

Leia o artigo completo: Arcabouço fiscal: o que é, como funciona e o que limita no gasto federal →

Onde ver no Tabuleiro: Economia →

Veja também: InflaçãoSelicIGP-M

Para saber mais: IBGE Explica: inflação ↗

Economia

Juro real

É o juro descontada a inflação. Se algo rende 12% ao ano e os preços sobem 4%, o ganho real é de cerca de 7,7%: é o quanto o dinheiro rende de verdade, em poder de compra.

Por que importa: Juro real alto encarece o crédito para empresas e famílias e aumenta o custo da dívida do governo.

Leia o artigo completo: Curva de juros: o que é, como funciona e como ler →

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Veja também: SelicIPCA

Para saber mais: Banco Central: taxa Selic ↗

Economia

PIB

Produto Interno Bruto: a soma de tudo o que o país produz de bens e serviços num período. É a medida mais usada do tamanho e do crescimento da economia; no Brasil, o IBGE divulga a cada trimestre.

Por que importa: PIB crescendo costuma significar mais emprego e renda; dois trimestres seguidos de queda é a regra prática mais usada para apontar recessão.

Leia o artigo completo: Arcabouço fiscal: o que é, como funciona e o que limita no gasto federal →

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Veja também: Dívida bruta / PIBConta corrente

Para saber mais: IBGE Explica: PIB ↗

Economia

PTAX

Taxa de câmbio de referência calculada pelo Banco Central, como média das cotações informadas por instituições financeiras em quatro consultas ao longo do dia.

Por que importa: Muitos contratos e operações atrelados ao dólar usam a PTAX para definir o valor a ser pago ou recebido em reais.

Leia o artigo completo: BDRs: o que são, como funcionam e quais os riscos →

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Veja também: Câmbio (dólar)DXY (índice do dólar)

Para saber mais: Banco Central: cotações e boletins ↗

Dinheiro em moeda forte (principalmente dólar) guardado pelo Banco Central. Funciona como um colchão para o país pagar compromissos externos e conter crises cambiais.

Por que importa: Reservas grandes reduzem o risco de o país ficar sem dólares numa crise.

Leia o artigo completo: Banco Central do Brasil: o que faz, como funciona e o que significa a autonomia →

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Veja também: Conta correnteCâmbio (dólar)

Para saber mais: Banco Central: reservas internacionais ↗

O resultado das contas do governo contando também os juros da dívida. No Brasil quase sempre é deficitário, porque a conta de juros é grande.

Por que importa: Mostra quanto o governo precisou financiar no ano, juros incluídos; por isso tende a elevar a dívida e fica bem maior que o primário quando os juros são altos.

Leia o artigo completo: Arcabouço fiscal: o que é, como funciona e o que limita no gasto federal →

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Veja também: Resultado primárioDívida bruta / PIBSelic

Para saber mais: Banco Central: estatísticas fiscais ↗

Receitas menos despesas do governo, sem contar os juros da dívida. Superávit primário quer dizer que o governo arrecadou mais do que gastou; déficit, o contrário.

Por que importa: É a principal medida da saúde das contas públicas e o alvo das regras fiscais.

Leia o artigo completo: Arcabouço fiscal: o que é, como funciona e o que limita no gasto federal →

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Veja também: Resultado nominalDívida bruta / PIB

Para saber mais: Tesouro Nacional: Resultado do Tesouro ↗

Economia

Selic

É a taxa básica de juros do Brasil, definida pelo Banco Central. Serve de piso para quase todos os juros do país: do financiamento da casa ao rendimento da poupança e do Tesouro Direto.

Por que importa: Quando a Selic sobe, o crédito fica mais caro e a economia desacelera, o que ajuda a segurar a inflação; quando cai, o crédito barateia.

Leia o artigo completo: Banco Central do Brasil: o que faz, como funciona e o que significa a autonomia →

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Veja também: CopomIPCAJuro real

Para saber mais: Banco Central: taxa Selic ↗

Mercados

Recibo negociado na bolsa de Nova York que representa ações de uma empresa estrangeira, como Petrobras e Vale. Seu preço é em dólar.

Por que importa: Negocia em Nova York, em dólar, inclusive em parte do tempo em que a B3 está fechada, o que mostra como o mercado reage a notícias nesse intervalo.

Leia o artigo completo: BDRs: o que são, como funcionam e quais os riscos →

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Veja também: EWZ (Brasil em Nova York)Atraso da cotação

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Bolsas cobram pelo dado em tempo real; de graça, liberam com atraso (na B3, 15 minutos). Por isso cada cotação do Tabuleiro diz se é tempo real ou quantos minutos atrasa.

Por que importa: Num dia agitado, 15 minutos fazem diferença; saber o atraso evita tomar o número como sendo de agora.

Leia o artigo completo: Como funciona a compra de uma ação: passo a passo, do cadastro à liquidação →

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Veja também: PregãoIbovespa

Para saber mais: B3: market data ↗

Duas linhas desenhadas acima e abaixo da média móvel de 20 dias, à distância de dois desvios-padrão. Quando o preço oscila muito, as bandas se afastam; quando fica calmo, elas se estreitam.

Por que importa: Mostram de forma visual quanto o preço tem variado (a volatilidade) em relação ao normal recente. São uma medida do passado, sem previsão.

Onde ver no Tabuleiro: Mercados →

Veja também: Média móvelVolatilidade

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Moedas digitais que funcionam sem banco central, registradas numa rede de computadores. O bitcoin é a primeira e a maior delas; os preços oscilam muito.

Por que importa: Negocia 24 horas por dia, todos os dias, inclusive nos fins de semana, e muitas vezes reage rápido ao humor dos mercados no mundo.

Leia o artigo completo: Golpes financeiros: como funcionam, quais os sinais de alerta e como conferir uma oferta →

Onde ver no Tabuleiro: Mercados →

Veja também: Volatilidade

Para saber mais: Banco Central: criptoativos ↗

Bolsa da China continental; o índice composto de Xangai (SSE) reúne as ações listadas ali. É menos aberta a estrangeiros do que Hong Kong.

Por que importa: Reflete o humor do investidor chinês e as medidas de Pequim para a economia.

Onde ver no Tabuleiro: Negócios mundo →

Veja também: Hang Seng

Para saber mais: Shanghai Stock Exchange ↗

Mercados

CAC 40

Principal índice da bolsa de Paris, com 40 grandes empresas francesas, entre elas as de luxo.

Por que importa: Complementa a leitura do humor europeu ao lado do DAX e do Euro Stoxx 50.

Onde ver no Tabuleiro: Negócios mundo →

Veja também: Euro Stoxx 50DAX

Para saber mais: Euronext: CAC 40 ↗

Mercados

Commodities

Produtos básicos negociados em grande escala com preço mundial: petróleo, minério de ferro, soja, milho, café, ouro, cobre.

Por que importa: O Brasil é grande exportador de commodities; os preços delas afetam a balança comercial, o dólar e várias empresas da Bolsa.

Leia o artigo completo: Câmbio: o que é, como funciona e por que o dólar importa até para quem não viaja →

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Veja também: Petróleo BrentMercado futuro (CBOT, CME, ICE)Balança comercial

Para saber mais: Banco Central: Índice de Commodities (IC-Br) ↗

Os juros de um mesmo país para prazos diferentes (3 meses, 2, 5, 10, 30 anos). Normalmente, prazos longos pagam mais; quando os curtos pagam mais que os longos, diz-se que a curva está invertida.

Por que importa: A forma da curva mostra o que o mercado espera para juros, inflação e crescimento à frente.

Leia o artigo completo: Curva de juros: o que é, como funciona e como ler →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Macro › Juros →

Veja também: Treasuries (juros dos EUA)Pontos-base (bps)

Para saber mais: Tesouro dos EUA: curva de juros diária ↗

Mercados

DAX

Principal índice da bolsa da Alemanha, com as 40 maiores empresas do país.

Por que importa: A Alemanha é a maior economia da Europa; o DAX reflete a indústria europeia.

Onde ver no Tabuleiro: Negócios mundo →

Veja também: Euro Stoxx 50

Para saber mais: Deutsche Börse: DAX ↗

Quanto o juro de 10 anos do Brasil paga a mais que o dos EUA. Parte dessa diferença é o 'prêmio' para emprestar ao Brasil em vez de ao governo americano; o resto vem da inflação mais alta e de outros fatores.

Por que importa: Quando essa diferença sobe, pode ser sinal de que o mercado vê mais risco no Brasil, mas também pode refletir inflação ou juros básicos mais altos.

Leia o artigo completo: Fed e juros americanos: o que são, como funcionam e por que importam para o Brasil →

Onde ver no Tabuleiro: Risco externo →

Veja também: Risco-paísTreasuries (juros dos EUA)

Para saber mais: Tesouro Nacional: títulos públicos ↗

Mercados

Dow Jones

Índice com 30 grandes empresas americanas, um dos mais antigos de Wall Street (1896). Por ter poucas empresas, é menos representativo que o S&P 500, mas segue muito citado.

Por que importa: Ajuda a ver o humor de grandes empresas americanas de vários setores, de bancos e indústria a consumo e tecnologia.

Onde ver no Tabuleiro: Negócios mundo →

Veja também: S&P 500Nasdaq

Para saber mais: S&P Dow Jones Indices ↗

Mede a força do dólar contra seis moedas fortes (euro, iene, libra, dólar canadense, coroa sueca e franco suíço). Subindo, o dólar está se valorizando no mundo.

Por que importa: Ajuda a separar o que é movimento global do dólar do que é problema específico do real.

Leia o artigo completo: Câmbio: o que é, como funciona e por que o dólar importa até para quem não viaja →

Onde ver no Tabuleiro: Mercados →

Veja também: Câmbio (dólar)Real × emergentes

Para saber mais: ICE: US Dollar Index ↗

Índice com 50 grandes empresas da zona do euro. É a principal referência da bolsa europeia como um todo.

Por que importa: Abre antes de Nova York e, junto com as bolsas asiáticas, ajuda a ler o humor do mercado antes de Wall Street abrir.

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Veja também: DAXFTSE 100S&P 500

Para saber mais: STOXX ↗

Número de 0 a 100 que compara o tamanho das altas com o das quedas dos últimos 14 pregões. Perto de 100, as altas dominaram; perto de 0, as quedas. As linhas em 70 e 30 são referências tradicionais.

Por que importa: Ajuda a ver se um movimento recente foi forte ou fraco. É calculado só com preços passados e não indica o próximo movimento.

Onde ver no Tabuleiro: Mercados →

Veja também: Média móvelMACD

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Mercados

KOSPI

Principal índice da bolsa da Coreia do Sul, com muito peso de tecnologia e chips.

Por que importa: Por ter muito peso de chips e eletrônicos, reflete bem a saúde desse setor, que depende do comércio mundial.

Onde ver no Tabuleiro: Negócios mundo →

Veja também: Nikkei 225

Para saber mais: Korea Exchange ↗

Mercados

MACD

Diferença entre duas médias móveis exponenciais do preço, de 12 e de 26 dias, acompanhada da sua própria média de 9 dias (a linha de sinal). As barras mostram a distância entre as duas linhas.

Por que importa: Resume num gráfico só se o preço tem ganhado ou perdido ritmo nas últimas semanas. Descreve o passado; não é previsão.

Onde ver no Tabuleiro: Mercados →

Veja também: Média móvelIFR (Índice de Força Relativa)

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

A média dos preços de fechamento dos últimos dias, recalculada a cada pregão: a MM20 usa os últimos 20 dias, a MM200, os últimos 200. Ela suaviza o sobe e desce diário e mostra a direção geral do preço.

Por que importa: É a ferramenta de gráfico mais usada para separar o movimento de fundo do ruído do dia a dia. Descreve o que já aconteceu com o preço; não diz o que vai acontecer.

Onde ver no Tabuleiro: Mercados →

Veja também: Bandas de BollingerIFR (Índice de Força Relativa)MACD

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Bolsas onde se negociam contratos para comprar ou vender um produto numa data futura a um preço combinado hoje. O CME Group (que inclui a CBOT, em Chicago) negocia grãos, carnes, metais e o petróleo americano; a ICE (Nova York e Londres) negocia café, açúcar e o petróleo Brent.

Por que importa: É onde se forma o preço internacional das commodities que o Brasil exporta.

Onde ver no Tabuleiro: Mercados →

Veja também: CommoditiesPetróleo Brent

Para saber mais: CME Group: educação ↗

Mercados

Nasdaq

Bolsa americana onde estão muitas empresas de tecnologia, e também o nome do seu índice principal (Nasdaq Composite).

Por que importa: É o termômetro do setor de tecnologia, que pesa muito no mercado global.

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Veja também: S&P 500Dow Jones

Para saber mais: Nasdaq ↗

Mercados

Nikkei 225

Principal índice da bolsa de Tóquio, com 225 empresas japonesas. Abre e fecha enquanto ainda é noite ou madrugada no Brasil.

Por que importa: É um dos primeiros grandes mercados a reagir a notícias da noite anterior.

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Veja também: Hang SengKOSPI

Para saber mais: Nikkei Indexes ↗

Mercados

Ouro

Metal usado há séculos como reserva de valor, cotado em dólar por onça troy (cerca de 31 gramas).

Por que importa: Costuma subir em momentos de medo, guerra ou desconfiança nas moedas.

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Veja também: CommoditiesVIX

Para saber mais: World Gold Council ↗

Mercados

Pregão

O período em que a bolsa está aberta para negociação. Na B3, o pregão regular vai de manhã ao fim da tarde, horário de Brasília; cada bolsa do mundo tem o seu horário.

Por que importa: Fora do pregão, o preço mostrado é o do último negócio, que pode ser de horas atrás.

Leia o artigo completo: B3: o que é, como funciona e o que a bolsa do Brasil faz →

Onde ver no Tabuleiro: Mercados →

Veja também: IbovespaAtraso da cotação

Para saber mais: B3: horário de negociação ↗

Mercados

Risco-país

Medida de quanto o mercado cobra a mais para emprestar a um país, comparado aos EUA. O índice mais conhecido, o EMBI do banco JP Morgan, hoje não tem divulgação gratuita.

Por que importa: Risco-país alto encarece o crédito para governo e empresas e costuma vir junto de dólar alto.

Leia o artigo completo: Risco de crédito e rating: o que são, como funcionam e o que não garantem →

Onde ver no Tabuleiro: Risco externo →

Veja também: Diferencial de juros Brasil − EUADívida bruta / PIB

Para saber mais: Wikipédia: risco-país ↗

Mercados

S&P 500

Índice com 500 grandes empresas americanas, escolhidas por um comitê da S&P segundo critérios como tamanho e liquidez. É a principal régua da bolsa dos EUA e do humor dos mercados no mundo.

Por que importa: Quando Wall Street cai forte, bolsas e moedas de emergentes, como o Brasil, costumam sentir.

Leia o artigo completo: ETFs: o que são, como funcionam e como são tributados →

Onde ver no Tabuleiro: Negócios mundo →

Veja também: NasdaqDow JonesVIX

Para saber mais: S&P Dow Jones Indices ↗

Títulos da dívida do governo americano, considerados um dos investimentos mais seguros do mundo. O juro do título de 10 anos é uma das principais referências de juros do planeta.

Por que importa: Quando o juro americano sobe, o dinheiro tende a sair de países emergentes como o Brasil, pressionando o dólar.

Leia o artigo completo: Curva de juros: o que é, como funciona e como ler →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Macro › Juros →

Veja também: Pontos-base (bps)Curva de jurosDiferencial de juros Brasil − EUA

Para saber mais: Tesouro dos EUA: taxas ↗

Mercados

VIX

O 'índice do medo' de Wall Street: mede quanta oscilação o mercado espera para o S&P 500 nos próximos 30 dias, a partir dos preços de opções.

Por que importa: Pela referência informal mais usada no mercado, abaixo de 20 indica calma e acima de 30, estresse; picos do VIX costumam vir junto de quedas fortes nas bolsas.

Onde ver no Tabuleiro: Risco externo →

Veja também: S&P 500Volatilidade

Para saber mais: Cboe: VIX ↗

Empresas e balanços

Empresas e balanços

Beta

Mede o quanto uma ação costuma oscilar em relação ao mercado. Beta 1 acompanha o mercado; acima de 1, oscila mais; abaixo, menos.

Por que importa: Entra no cálculo do custo de capital: mais oscilação, mais retorno o acionista exige.

Leia o artigo completo: Diversificação: o que é, como funciona e o que ela não faz →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: Custo de capital próprioVolatilidade

Para saber mais: Damodaran Online (NYU) ↗

Empresas e balanços

Custo de capital próprio

O retorno mínimo que o acionista exige para correr o risco de ter aquela ação: o juro sem risco mais um prêmio que depende do risco da empresa (beta) e do país.

Por que importa: Uma empresa só cria valor para o sócio se render mais do que esse custo.

Leia o artigo completo: ROE: o que é, como se calcula e o que ele não mostra →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: BetaROE (retorno sobre o patrimônio)Rendimento do lucro

Para saber mais: Damodaran Online (NYU) ↗

Empresas e balanços

Dívida líquida / EBITDA

Quantos anos de geração de caixa operacional a empresa levaria para pagar a dívida, descontado o dinheiro em caixa.

Por que importa: É a medida mais usada de alavancagem; números altos deixam a empresa mais sensível a juros e crises.

Leia o artigo completo: Balanço patrimonial: o que é, como ler e onde achar dívida e patrimônio da empresa →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: EBITDAEV/EBITDA

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Empresas e balanços

Dividend yield (DY)

Quanto a empresa pagou em proventos nos últimos 12 meses, dividido pelo preço da ação. Desde 2026, dividendos acima de R$ 50 mil por mês pagos por uma mesma empresa a uma pessoa têm 10% de imposto retido na fonte, e os juros sobre capital próprio (JCP), 17,5%.

Por que importa: Dividendo alto no passado não garante o próximo; ele depende do lucro e da política da empresa.

Leia o artigo completo: Ações: o que são, como funcionam e como são tributadas →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: JCP (juros sobre capital próprio)P/L (preço sobre lucro)

Para saber mais: Receita Federal ↗ · Planalto: Lei Complementar 224/2025 (JCP) ↗

Empresas e balanços

EBITDA

Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização: uma aproximação do quanto a operação da empresa gera de caixa.

Por que importa: Permite comparar empresas com dívidas e impostos diferentes, mas ignora investimentos necessários para manter o negócio.

Leia o artigo completo: Análise fundamentalista: o que é, como funciona e o que ela não faz →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: EV/EBITDADívida líquida / EBITDA

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Empresas e balanços

Empresa cíclica

Empresa cujo lucro acompanha o ciclo da economia ou de um preço (como o do petróleo ou do minério), com anos muito bons seguidos de anos fracos.

Por que importa: Olhar só o lucro do ano dá uma ideia errada do valor dessas empresas.

Leia o artigo completo: Preço sobre lucro (P/L): o que é, como se calcula e o que ele não mostra →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: Lucro normalizado pelo cicloCommodities

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Empresas e balanços

EV/EBITDA

Valor da firma (valor de mercado mais a dívida líquida) dividido pelo EBITDA. Compara o preço de toda a empresa, incluindo a dívida, com a geração de caixa da operação.

Por que importa: Ao contrário do P/L, não muda só porque a empresa se financiou com mais ou menos dívida.

Leia o artigo completo: Análise fundamentalista: o que é, como funciona e o que ela não faz →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: EBITDAP/L (preço sobre lucro)Valor de mercado

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Forma de distribuir lucro aos acionistas que a empresa pode deduzir do imposto. Para quem recebe, há imposto retido na fonte: 17,5% desde 2026 (eram 15% até 2025).

Por que importa: Por isso o Terminal mostra o rendimento bruto e o líquido.

Leia o artigo completo: Ações: o que são, como funcionam e como são tributadas →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: Dividend yield (DY)

Para saber mais: Planalto: Lei Complementar 224/2025 ↗ · Receita Federal ↗

Empresas e balanços

Lucro normalizado pelo ciclo

Em empresas cíclicas (petróleo, minério, siderurgia), o lucro sobe e desce com os preços das commodities. Normalizar é estimar o lucro de um ano 'médio' do ciclo, em vez de usar o do ano atual.

Por que importa: Evita a armadilha de achar barata uma cíclica no pico do lucro, ou cara no fundo.

Leia o artigo completo: Análise fundamentalista: o que é, como funciona e o que ela não faz →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: P/L (preço sobre lucro)Empresa cíclicaROCE

Para saber mais: Damodaran Online (NYU) ↗

Empresas e balanços

P/L (preço sobre lucro)

Preço da ação dividido pelo lucro por ação. Diz em quantos anos o lucro atual 'pagaria' o preço, se ficasse constante.

Por que importa: P/L sozinho engana: empresas cíclicas parecem baratas justamente no pico dos lucros. Por isso o Terminal mostra também o lucro normalizado.

Leia o artigo completo: Análise fundamentalista: o que é, como funciona e o que ela não faz →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: Lucro normalizado pelo cicloEV/EBITDAP/VP (preço sobre valor patrimonial)

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM): análise de ações ↗

Preço da ação dividido pelo patrimônio líquido por ação (o que sobra se a empresa vendesse tudo e pagasse as dívidas, pelo valor contábil).

Por que importa: É mais usado para bancos e seguradoras, cujo patrimônio é quase todo financeiro.

Leia o artigo completo: Análise fundamentalista: o que é, como funciona e o que ela não faz →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: P/L (preço sobre lucro)ROE (retorno sobre o patrimônio)

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Empresas e balanços

Piotroski F-Score

Lista de nove testes contábeis simples (lucro, caixa, dívida, margens, eficiência), alguns olhando o último ano e outros comparando com o anterior. Cada teste atendido vale um ponto, de 0 a 9.

Por que importa: Resume se os números da empresa melhoraram ou pioraram; descreve o balanço e não diz nada sobre o preço futuro da ação.

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: ROE (retorno sobre o patrimônio)Dívida líquida / EBITDA

Para saber mais: Artigo original de Joseph Piotroski (2000) ↗

Empresas e balanços

Rendimento do lucro

O inverso do P/L: lucro por ação dividido pelo preço. Um P/L de 10 equivale a um rendimento do lucro de 10% ao ano.

Por que importa: Facilita comparar o que a ação 'rende' em lucro com o que o acionista exige (custo de capital).

Leia o artigo completo: Dividend yield: o que é, como funciona e como calcular →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: P/L (preço sobre lucro)Custo de capital próprio

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Empresas e balanços

ROCE

Retorno sobre o capital empregado: lucro operacional dividido por todo o capital usado no negócio (dos sócios e da dívida).

Por que importa: Compara empresas de forma mais justa que o ROE, porque não depende de quanto a empresa se endividou.

Leia o artigo completo: ROE: o que é, como se calcula e o que ele não mostra →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: ROE (retorno sobre o patrimônio)Lucro normalizado pelo ciclo

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Lucro dividido pelo patrimônio líquido: quanto a empresa ganha por real dos sócios. Um ROE de 20% indica R$ 20 de lucro por ano para cada R$ 100 de patrimônio.

Por que importa: Ajuda a ver se a empresa usa bem o capital dos acionistas, comparando com o custo desse capital.

Leia o artigo completo: Análise fundamentalista: o que é, como funciona e o que ela não faz →

Onde ver no Tabuleiro: Terminal · Fundamentos (tecla F) →

Veja também: ROCECusto de capital próprioP/VP (preço sobre valor patrimonial)

Para saber mais: Portal do Investidor (CVM) ↗

Política e Três Poderes

Política e Três Poderes

Arcabouço fiscal

Regra criada em 2023 (Lei Complementar 200) que substituiu o teto de gastos. Limita o crescimento das despesas a uma parte do crescimento da receita, dentro de um intervalo, e fixa metas para o resultado primário.

Por que importa: O mercado acompanha se as metas estão sendo cumpridas; dúvida sobre a regra costuma pesar nos juros e no dólar.

Leia o artigo completo: Arcabouço fiscal: o que é, como funciona e o que limita no gasto federal →

Onde ver no Tabuleiro: Política →

Veja também: Resultado primárioDívida bruta / PIBOrçamento público (PPA, LDO, LOA)

Para saber mais: Tesouro Nacional ↗

Política e Três Poderes

Ato internacional

Acordos, tratados e convenções entre países. No Brasil, em geral, depois de assinados, o Congresso os aprova por decreto legislativo e o presidente os promulga por decreto no Diário Oficial, quando passam a valer internamente.

Por que importa: Acordos comerciais e de cooperação mudam regras de comércio, impostos e investimentos.

Onde ver no Tabuleiro: Política externa →

Veja também: ItamaratyDiário Oficial da União

Para saber mais: Itamaraty: atos internacionais ↗

Política e Três Poderes

Comissão

Grupo de parlamentares que analisa projetos de um tema antes do plenário (como a CCJ, de Constituição e Justiça, ou a de Relações Exteriores).

Por que importa: Muitos projetos são decididos, ou travados, nas comissões.

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Veja também: PlenárioProjeto de lei

Para saber mais: Senado: comissões ↗

Política e Três Poderes

Congresso Nacional

O Poder Legislativo federal, formado pela Câmara dos Deputados (513 deputados, eleitos para 4 anos, em número proporcional à população de cada estado) e pelo Senado (81 senadores, três por estado e pelo Distrito Federal, eleitos para 8 anos).

Por que importa: Quase toda mudança de regra relevante (impostos, gastos, Previdência) passa pelas duas casas.

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Veja também: Projeto de leiQuórum de votaçãoTrês Poderes

Para saber mais: Câmara dos Deputados ↗ · Senado Federal ↗

Política e Três Poderes

CPI

Comissão Parlamentar de Inquérito: grupo de deputados ou senadores que investiga um fato determinado, por prazo certo, com poderes de investigação como os das autoridades judiciais (convocar testemunhas, quebrar sigilos), mas sem poder de condenar. Para ser criada, precisa da assinatura de um terço da casa.

Por que importa: O relatório final é enviado ao Ministério Público e a outros órgãos, que decidem se haverá processo; CPIs também movimentam o noticiário político.

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Veja também: ComissãoCongresso Nacional

Para saber mais: Senado: glossário legislativo ↗ · Constituição, art. 58 ↗

Política e Três Poderes

Decreto

Ato do presidente que regulamenta uma lei ou organiza a administração. Não pode criar obrigações que a lei não prevê.

Por que importa: Muitas mudanças práticas (tarifas, regras de programas) saem por decreto no Diário Oficial.

Leia o artigo completo: IOF: o que é, quando incide e quanto custa em crédito, câmbio e resgates →

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Veja também: Diário Oficial da UniãoProjeto de lei

Para saber mais: Planalto: legislação ↗

Política e Três Poderes

Diário Oficial da União

Jornal oficial do governo federal, publicado todo dia útil. Leis, decretos, nomeações e atos só passam a valer depois de publicados nele.

Por que importa: É onde decisões do governo viram realidade; o Tabuleiro lê o DOU do dia.

Leia o artigo completo: IPO: o que é a oferta pública inicial, como funciona e quais são os riscos →

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Veja também: DecretoMedida provisóriaTrês Poderes

Para saber mais: Imprensa Nacional ↗

Política e Três Poderes

Emenda parlamentar

Parte do orçamento federal que deputados e senadores indicam para obras e serviços, em geral nos seus estados. Desde 2015, uma parte delas é de pagamento obrigatório (impositivas).

Por que importa: São peça central na negociação entre governo e Congresso e ocupam parte relevante dos gastos que não são obrigatórios.

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Veja também: Orçamento público (PPA, LDO, LOA)Congresso Nacional

Para saber mais: Senado: glossário legislativo ↗

Política e Três Poderes

Foro privilegiado

Nome popular do foro por prerrogativa de função: certas autoridades são julgadas por tribunais específicos, e não por juízes de primeira instância. O presidente, os ministros de Estado e os parlamentares federais, por exemplo, respondem a crimes comuns no STF, em regra quando o crime tem relação com o cargo.

Por que importa: Define qual tribunal conduz investigações sobre políticos e quanto tempo elas podem levar.

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Veja também: STFSTJ

Para saber mais: STF ↗

Política e Três Poderes

Impeachment

Processo para afastar o presidente por crime de responsabilidade. A Câmara autoriza a abertura com dois terços dos votos (342 deputados); o Senado julga, sob a presidência do presidente do STF, e a condenação exige dois terços dos senadores (54).

Por que importa: É um processo político e jurídico ao mesmo tempo, raro e com grande efeito sobre o país.

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Veja também: Congresso NacionalSTFTrês Poderes

Para saber mais: Senado: glossário legislativo ↗

Política e Três Poderes

Itamaraty

Apelido do Ministério das Relações Exteriores, que cuida da diplomacia do Brasil. Publica notas à imprensa com a posição oficial do país sobre fatos no exterior.

Por que importa: As notas mostram como o Brasil se posiciona em crises, acordos e conflitos.

Onde ver no Tabuleiro: Política externa →

Veja também: Ato internacional

Para saber mais: Itamaraty ↗

Política e Três Poderes

Medida provisória

Norma editada pelo presidente em caso de relevância e urgência. Vale como lei desde a publicação, mas perde a validade se o Congresso não a aprovar em 60 dias, prorrogáveis por mais 60 (o prazo não corre no recesso).

Por que importa: Muda regras de imediato; o mercado acompanha se o Congresso vai confirmá-la.

Leia o artigo completo: CRI e CRA: o que são, como funcionam e como são tributados →

Onde ver no Tabuleiro: Política →

Veja também: Projeto de leiDiário Oficial da União

Para saber mais: Senado: glossário legislativo ↗

Política e Três Poderes

Orçamento público (PPA, LDO, LOA)

O plano de quanto o governo vai arrecadar e gastar. O PPA fixa as metas para quatro anos; a LDO, que deveria ser votada até julho, define as regras e a meta fiscal do ano seguinte; a LOA detalha cada receita e despesa e é votada até o fim do ano.

Por que importa: É onde se decide para onde vai o dinheiro público, e onde aparecem cortes, bloqueios e emendas.

Leia o artigo completo: Arcabouço fiscal: o que é, como funciona e o que limita no gasto federal →

Onde ver no Tabuleiro: Política →

Veja também: Arcabouço fiscalEmenda parlamentarResultado primário

Para saber mais: Ministério do Planejamento: orçamento ↗

Política e Três Poderes

Presidencialismo de coalizão

Expressão do cientista político Sérgio Abranches para o sistema brasileiro: como nenhum partido tem maioria sozinho, o presidente precisa formar uma coalizão com vários partidos, em geral trocando apoio por ministérios e espaço no governo.

Por que importa: Ajuda a entender por que votações dependem de negociação e por que a 'base do governo' muda ao longo do mandato.

Onde ver no Tabuleiro: Política →

Veja também: Congresso NacionalEmenda parlamentar

Para saber mais: Wikipédia: presidencialismo de coalizão ↗

Política e Três Poderes

Quórum de votação

O número mínimo de votos para aprovar algo. Maioria simples: mais da metade dos presentes (leis comuns). Maioria absoluta: mais da metade de todos os membros (257 deputados, 41 senadores; leis complementares). Três quintos: 308 deputados e 49 senadores, em dois turnos (PEC).

Por que importa: Explica por que algumas propostas são muito mais difíceis de aprovar do que outras.

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Veja também: PECLei complementarCongresso Nacional

Para saber mais: Senado: glossário legislativo ↗

Política e Três Poderes

Reforma tributária

Mudança aprovada em 2023 (Emenda Constitucional 132) que troca PIS, Cofins, ICMS e ISS, e reduz o IPI a poucos casos, por um imposto sobre valor agregado dividido em dois: a CBS, federal, e o IBS, de estados e municípios, além de um Imposto Seletivo sobre produtos nocivos. A transição vai de 2026 a 2033.

Por que importa: Muda como se cobra imposto sobre quase tudo que se compra, com efeito sobre preços e sobre o caixa das empresas.

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Veja também: Lei complementarPEC

Para saber mais: Planalto: Emenda Constitucional 132 ↗ · Ministério da Fazenda: reforma tributária ↗

Política e Três Poderes

Sanção e veto

Depois que o Congresso aprova um projeto, o presidente sanciona (concorda e vira lei) ou veta, no todo ou em parte. O Congresso pode derrubar o veto.

Por que importa: Vetos e sua derrubada mudam o texto final das leis.

Onde ver no Tabuleiro: Política →

Veja também: Projeto de lei

Para saber mais: Câmara: processo legislativo ↗

Política e Três Poderes

STF

Supremo Tribunal Federal, a corte mais alta do país, com 11 ministros. Guarda a Constituição: decide se leis e atos são constitucionais e julga altas autoridades.

Por que importa: Decisões do STF podem derrubar leis, mudar impostos e afetar contas públicas.

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Veja também: STJTrês Poderes

Para saber mais: STF ↗

Política e Três Poderes

STJ

Superior Tribunal de Justiça: dá a palavra final sobre a interpretação das leis federais (fora as questões constitucionais, que são do STF).

Por que importa: Define como as leis são aplicadas em temas de consumo, contratos, tributos e crimes.

Onde ver no Tabuleiro: Política →

Veja também: STF

Para saber mais: STJ ↗

Política e Três Poderes

TCU

Tribunal de Contas da União: órgão que auxilia o Congresso na fiscalização do dinheiro federal. Analisa as contas do governo, audita obras e contratos e pode aplicar multas. Apesar do nome, não faz parte do Judiciário.

Por que importa: Pareceres do TCU podem travar obras, leilões e contratos; ele também dá parecer sobre as contas anuais do presidente, que o Congresso julga.

Leia o artigo completo: CVM: o que faz, o que não faz e como o mercado de capitais é fiscalizado →

Onde ver no Tabuleiro: Política →

Veja também: Orçamento público (PPA, LDO, LOA)Congresso Nacional

Para saber mais: TCU ↗

Política e Três Poderes

Três Poderes

Executivo (Presidência e ministérios, que governam), Legislativo (Câmara e Senado, que fazem as leis) e Judiciário (tribunais, com o STF no topo, que julgam). Pela Constituição, são independentes e se controlam.

Por que importa: A maioria das notícias de Brasília é sobre a relação entre eles: projetos, vetos, decisões judiciais.

Onde ver no Tabuleiro: Política →

Veja também: Diário Oficial da UniãoProjeto de leiSTFCongresso Nacional

Para saber mais: Senado: a Constituição ↗

Eleições

Eleições

Apuração

A contagem oficial dos votos pelo TSE. No Brasil, com urna eletrônica, o resultado sai no mesmo dia; o Tabuleiro mostra a totalização oficial em tempo real.

Por que importa: Durante a apuração, a ordem pode mudar conforme chegam votos de regiões diferentes.

Onde ver no Tabuleiro: Apuração ao vivo →

Veja também: Votos válidosSegundo turnoTSE

Para saber mais: TSE: resultados ↗

Eleições

Segundo turno

Nova votação entre os dois mais votados, quando ninguém passa de 50% dos votos válidos no primeiro turno. Vale para presidente, governador e prefeito de cidades com mais de 200 mil eleitores.

Por que importa: Alianças entre o primeiro e o segundo turno podem mudar o resultado.

Onde ver no Tabuleiro: Apuração ao vivo →

Veja também: Votos válidosApuração

Para saber mais: TSE ↗

Eleições

TSE

Tribunal Superior Eleitoral: organiza as eleições, registra candidaturas, totaliza os votos e julga questões eleitorais.

Por que importa: É a fonte oficial dos resultados; o Tabuleiro lê os arquivos públicos de totalização do TSE.

Onde ver no Tabuleiro: Apuração ao vivo →

Veja também: Apuração

Para saber mais: TSE ↗

Eleições

Votos válidos

Os votos dados a candidatos, sem contar brancos e nulos. É sobre eles que se calcula quem passou de 50% para vencer no primeiro turno.

Por que importa: Explica por que um candidato pode ter menos da metade do total de votos e mesmo assim vencer.

Onde ver no Tabuleiro: Apuração ao vivo →

Veja também: ApuraçãoSegundo turno

Para saber mais: TSE ↗

Mundo e geopolítica

Mundo e geopolítica

BRICS

Grupo de países emergentes que começou como BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) e recebeu a África do Sul em 2011. Em 2024 entraram Egito, Etiópia, Irã e Emirados Árabes Unidos e, em 2025, a Indonésia. Tem um banco próprio, o Novo Banco de Desenvolvimento.

Por que importa: É um dos principais fóruns de cooperação entre países emergentes e reúne economias grandes e produtoras de energia.

Onde ver no Tabuleiro: Geopolítica →

Veja também: G20ONU

Para saber mais: Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) ↗

Mundo e geopolítica

Conselho de Segurança da ONU

O órgão da ONU que pode autorizar sanções e missões de paz. Tem 15 membros: cinco permanentes com poder de veto (Estados Unidos, Rússia, China, Reino Unido e França) e dez eleitos por dois anos.

Por que importa: O veto de um único membro permanente pode travar qualquer resolução, o que explica muitos impasses em guerras.

Onde ver no Tabuleiro: Geopolítica →

Veja também: ONUSanções econômicas

Para saber mais: ONU: Conselho de Segurança ↗

Passagens marítimas estreitas por onde circula boa parte do comércio mundial: o Estreito de Ormuz (pela estimativa da agência de energia dos EUA, cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo em tempos normais), o Canal de Suez e o Mar Vermelho (Ásia–Europa) e o Canal do Panamá (Atlântico–Pacífico).

Por que importa: Ataques, bloqueios ou secas nesses pontos encarecem o frete e o petróleo no mundo todo.

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Veja também: Petróleo BrentFreteOPEP e OPEP+

Para saber mais: EIA: pontos de estrangulamento do petróleo ↗

Mundo e geopolítica

Fed (Federal Reserve)

O banco central dos Estados Unidos. Seu comitê de política monetária, o FOMC, reúne-se oito vezes por ano para decidir a taxa básica de juros americana e publica as datas das reuniões com antecedência.

Por que importa: Os juros americanos são a referência do custo do dinheiro no mundo: quando mudam, costumam mexer no dólar, nos juros de países emergentes como o Brasil e nas bolsas.

Leia o artigo completo: Fed e juros americanos: o que são, como funcionam e por que importam para o Brasil →

Onde ver no Tabuleiro: Geopolítica →

Veja também: Treasuries (juros dos EUA)CopomDXY (índice do dólar)

Para saber mais: Federal Reserve: calendário do FOMC ↗

Mundo e geopolítica

FMI

Fundo Monetário Internacional: organização com mais de 190 países que monitora a economia mundial e empresta a países em crise de balanço de pagamentos, em geral exigindo ajustes em troca.

Por que importa: Suas projeções servem de referência, e seus empréstimos marcam crises como as da Argentina.

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Veja também: Projeção do FMI (WEO)G20

Para saber mais: FMI ↗

Mundo e geopolítica

G20

Grupo das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia e a União Africana. Reúne chefes de Estado e ministros da economia para coordenar temas como crescimento, finanças e clima. O Brasil presidiu o grupo em 2024.

Por que importa: É o principal fórum em que países ricos e emergentes negociam juntos a economia global.

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Veja também: G7BRICSFMI

Para saber mais: G20 ↗

Mundo e geopolítica

G7

Grupo de sete economias avançadas: Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá, com participação da União Europeia nas reuniões.

Por que importa: Posições coordenadas do grupo sobre economia, sanções e segurança costumam influenciar mercados e a política mundial.

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Veja também: G20Sanções econômicas

Para saber mais: Wikipédia: G7 ↗

Mundo e geopolítica

Mercosul

Bloco econômico da América do Sul criado em 1991 por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, com tarifa externa comum para a maior parte das importações de fora do bloco. A Bolívia é membro pleno desde 2024 e ainda está adotando as regras do bloco; a Venezuela está suspensa desde 2016.

Por que importa: A Argentina é um dos maiores destinos das exportações brasileiras de manufaturados, e o bloco negocia acordos comerciais em conjunto.

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Veja também: Tarifa de importaçãoUnião EuropeiaBalança comercial

Para saber mais: Mercosul ↗

Mundo e geopolítica

OMC

Organização Mundial do Comércio: define as regras do comércio entre países e julga disputas. Seu órgão de apelação não funciona desde dezembro de 2019, por falta de juízes, e recursos contra decisões ficam sem julgamento final.

Por que importa: Disputas sobre tarifas e subsídios agrícolas costumam ser levadas à OMC, que também é palco de negociações comerciais.

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Veja também: Tarifa de importaçãoSanções econômicas

Para saber mais: OMC: solução de controvérsias ↗

Mundo e geopolítica

ONU

Organização das Nações Unidas, com 193 países. A Assembleia Geral reúne todos; o Conselho de Segurança, com cinco membros permanentes com poder de veto, decide sanções e missões de paz.

Por que importa: É o principal palco da diplomacia mundial, inclusive para o Brasil.

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Veja também: Sanções econômicasOTANConselho de Segurança da ONU

Para saber mais: ONU Brasil ↗

Mundo e geopolítica

OPEP e OPEP+

Organização dos Países Exportadores de Petróleo, criada em 1960, que coordena a produção de seus membros (como Arábia Saudita, Iraque, Irã e Kuwait). A OPEP+ soma outros produtores, como a Rússia. Os Emirados Árabes Unidos deixaram os dois grupos em maio de 2026.

Por que importa: Quando o grupo corta ou aumenta a produção, o preço do petróleo, e dos combustíveis no Brasil, costuma reagir.

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Veja também: Petróleo BrentEstreitos e rotas marítimas estratégicas

Para saber mais: OPEP ↗

Mundo e geopolítica

OTAN

Aliança militar de 32 países da América do Norte e da Europa, criada em 1949. Pelo princípio da defesa coletiva, um ataque a um membro é tratado como ataque a todos, e cada aliado decide como ajudar.

Por que importa: Suas decisões e ampliações aparecem com frequência nas negociações de segurança na Europa, inclusive com a Rússia.

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Veja também: ONUSanções econômicas

Para saber mais: OTAN: defesa coletiva ↗

Mundo e geopolítica

União Europeia

Bloco de 27 países europeus com mercado comum, livre circulação de pessoas e regras compartilhadas; a maioria deles usa o euro. Negocia o comércio exterior em nome de todos os membros.

Por que importa: É um dos maiores parceiros comerciais do Brasil e define padrões (ambientais, sanitários) que os exportadores precisam seguir.

Onde ver no Tabuleiro: Geopolítica →

Veja também: MercosulTarifa de importação

Para saber mais: União Europeia ↗

Energia

Energia

ANEEL

Agência Nacional de Energia Elétrica: regula o setor, aprova as tarifas das distribuidoras e define a bandeira tarifária do mês.

Por que importa: Suas decisões chegam direto à conta de luz.

Onde ver no Tabuleiro: Energia e governo →

Veja também: Bandeira tarifária

Para saber mais: ANEEL ↗

Sinal na conta de luz, definido todo mês pela ANEEL. Verde: sem cobrança extra. Amarela e vermelha (esta com patamares 1 e 2): valor adicional a cada 100 kWh consumidos, porque gerar energia ficou mais caro (em geral por pouca chuva e uso de térmicas).

Por que importa: Mexe diretamente na conta de luz e na inflação do mês.

Onde ver no Tabuleiro: Energia e governo →

Veja também: Reservatórios (EAR)Usina térmicaPLD (preço da energia)

Para saber mais: ANEEL: bandeiras tarifárias ↗

Preço de Liquidação das Diferenças, calculado pela CCEE para cada hora e região: é o preço da energia no mercado de curto prazo, entre empresas. Não é a tarifa da conta de luz.

Por que importa: PLD alto indica sistema mais apertado (pouca água, muito consumo) e pode sinalizar custos de energia maiores, mas não é o valor cobrado na conta de luz.

Onde ver no Tabuleiro: Energia e governo →

Veja também: SubmercadoBandeira tarifária

Para saber mais: CCEE: preços ↗

A água guardada nas represas das hidrelétricas, convertida em energia que ainda pode ser gerada (EAR, energia armazenada), em porcentagem da capacidade máxima.

Por que importa: Reservatórios baixos antes do período seco indicam que pode ser preciso usar mais térmicas, o que encarece a energia e pode levar a bandeiras tarifárias mais caras.

Onde ver no Tabuleiro: Energia e governo →

Veja também: Bandeira tarifáriaGeração por fonteSIN (sistema elétrico)

Para saber mais: ONS: situação dos reservatórios ↗

Energia

Submercado

As quatro regiões em que o mercado de energia é dividido (Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste, Norte). Quando as linhas de transmissão ficam congestionadas, os preços podem diferir entre elas.

Por que importa: Explica por que o PLD às vezes é diferente no Nordeste e no Sudeste.

Onde ver no Tabuleiro: Energia e governo →

Veja também: PLD (preço da energia)SIN (sistema elétrico)

Para saber mais: CCEE ↗

Logística e comércio

Logística e comércio

Atracação

Quando o navio encosta no cais (berço) para operar. O line-up é a programação oficial de quais navios vão atracar, quando e com que carga.

Por que importa: Comparar navios atracados, na fila e programados mostra o ritmo de um porto.

Onde ver no Tabuleiro: Cadeias e rotas →

Veja também: Fila de navios

Para saber mais: Portos do Paraná: line-up ↗

Logística e comércio

Balança comercial

Diferença entre o que o país vende (exporta) e compra (importa) de outros países em mercadorias. Saldo positivo é superávit.

Por que importa: Superávits trazem dólares para o país e ajudam a segurar o câmbio; o Brasil exporta muito petróleo, soja e minério, sobretudo para a China.

Onde ver no Tabuleiro: Negócios Brasil →

Veja também: Valor FOBConta correnteCommodities

Para saber mais: MDIC: Comex Stat ↗

Logística e comércio

Cota do rio

O nível da água medido numa régua fixa, em metros. Vazante é quando o rio está descendo; enchente, subindo. No Rio Negro, em Manaus, a medição é feita desde 1902.

Por que importa: Na Amazônia, rios são estradas: seca forte isola cidades e trava o transporte de cargas e combustível.

Onde ver no Tabuleiro: Cadeias e rotas →

Veja também: Frete

Para saber mais: Porto de Manaus: nível do Rio Negro ↗

Logística e comércio

Valor FOB

'Free on board': o valor da mercadoria já colocada no navio, sem contar frete e seguro internacionais. É o padrão para medir exportações.

Por que importa: Explica por que os números da balança não incluem o custo do transporte.

Onde ver no Tabuleiro: Negócios Brasil →

Veja também: Balança comercialFrete

Para saber mais: MDIC: Comex Stat ↗

Saúde e clima

Saúde e clima

Alertas do INMET

O Instituto Nacional de Meteorologia emite avisos por área com três níveis: amarelo (perigo potencial), laranja (perigo) e vermelho (grande perigo), para chuva, vento, calor, baixa umidade e outros.

Por que importa: A Defesa Civil usa esses avisos, entre outras fontes, para alertar a população; o Tabuleiro mostra no mapa as áreas atingidas.

Onde ver no Tabuleiro: Defesa Civil →

Veja também: Níveis do InfoDengue

Para saber mais: INMET ↗

Saúde e clima

Níveis do InfoDengue

Sistema da Fiocruz e da FGV que classifica, semana a semana, a situação da dengue em cada cidade: verde (clima desfavorável ao mosquito e poucos casos), amarelo (clima favorável ao mosquito), laranja (transmissão sustentada) e vermelho (muitos casos, acima do esperado para o local).

Por que importa: Ajuda a ver onde a doença está crescendo antes dos números oficiais fecharem.

Onde ver no Tabuleiro: Saúde pública →

Veja também: Incidência por 100 milRt (taxa de transmissão)

Para saber mais: InfoDengue ↗

Glossário do Tabuleiro Tropical: texto próprio, com links para fontes oficiais. Os números "agora" vêm das mesmas fontes da Sala de situação, com o horário da fonte. Encontrou um erro? Escreva para o Tabuleiro. Termos · Privacidade